Artista imagina cidade coberta de ondas de wi-fi

Se ondas fossem perceptíveis ao olho humano, assim elas seriam vistas em Washington, diz Nickolay Lamm.

Se ondas fossem perceptíveis ao olho humano, assim elas seriam vistas em Washington, diz Nickolay Lamm.
Legenda da foto, O wi-fi, rede sem fio que viabiliza conexão com a internet, é um campo de energia transmitido por ondas. O cientista e artista Nickolay Lamm se propôs a representá-las visualmente, simulando-as em pontos de Washington (EUA).
Se ondas fossem perceptíveis ao olho humano, assim elas seriam vistas em Washington, diz Nickolay Lamm.
Legenda da foto, Lamm colaborou com Browning Vogel, que trabalhou no centro investigativo Ames, na Nasa (agência espacial americana). "A distância entre as ondas do wi-fi é mais curta do que a das ondas de rádio e mais longa do que as micro-ondas. Por isso, não pode ser interrompida por outros sinais", diz Vogel. A imagem acima mostra dados hipotéticos do wi-fi transmitidos sobre uma banda que se divide em diferentes subcanais representados pelas cores.
Se ondas fossem perceptíveis ao olho humano, assim elas seriam vistas em Washington, diz Nickolay Lamm.
Legenda da foto, As ondas do wi-fi aparecem acima como esferas multicoloridas. Segundo Vogel, os transmissores de wi-fi - ou roteadores - são como uma antena equipada com um protocolo de transmissão, que divide a banda de frequência em vários canais. Os dados podem ser transmitidos através de cada canal para enviar e receber dados a velocidades mais rápidas.
Se ondas fossem perceptíveis ao olho humano, assim elas seriam vistas em Washington, diz Nickolay Lamm.
Legenda da foto, Essas antenas tem um sinal omnidirecional, que se estende por diversas direções. As cristas das ondas de wi-fi se separam entre si por 3 a 5 centímetros, explica Vogel.
Se ondas fossem perceptíveis ao olho humano, assim elas seriam vistas em Washington, diz Nickolay Lamm.
Legenda da foto, Em Washington, há roteadores instalados em árvores, edifícios, postes de luz e outras estruturas. "Acho que não damos tanto valor a certas facetas da tecnologia e as usamos sem apreciar a ciência que as faz funcionar", opina Lamm.