Mostra retrata comunidades afetadas por crises humanitárias

Abertura coincidirá com o Dia Mundial do Refugiado, na quinta-feira; imagens foram registradas no Oriente Médio e na África.

Abertura coincidirá com o Dia Mundial do Refugiado, em 20 de junho; imagens foram registradas no Oriente Médio e na África.
Legenda da foto, Uma mostra ao ar livre em Londres, que estreia em 20 de junho, retrata sete comunidades atingidas por algumas das piores crises humanitárias do mundo. Os registros foram feitos por fotógrafos a serviço do Comitê Internacional de Resgate (IRC, na sigla em inglês) e da empresa Pano Pictures.
Abertura coincidirá com o Dia Mundial do Refugiado, em 20 de junho; imagens foram registradas no Oriente Médio e na África.
Legenda da foto, Os trabalhos foram produzidos em conjunto com o departamento de Proteção Civil e Ajuda Humanitária da Comissão Europeia. A exibição estreia em 20 de junho, Dia Mundial do Refugiado, e depois seguirá de Londres para outras cidades europeias durante o verão do hemisfério Norte.
Abertura coincidirá com o Dia Mundial do Refugiado, em 20 de junho; imagens foram registradas no Oriente Médio e na África.
Legenda da foto, A fotógrafa Abbie Trayler-Smith fez um registro de Muna, que, grávida, fugiu do conflito na Síria para viver em Mafraq, na Jordânia. Diz a mulher: "Só a sensação de sentir-se em casa é a melhor coisa do mundo. Mas não me arrependo de ter saído da Síria. Lá eu vivia amedrontrada, embora aqui sinta fome. Eu posso tolerar a fome, mas não o medo."
Abertura coincidirá com o Dia Mundial do Refugiado, em 20 de junho; imagens foram registradas no Oriente Médio e na África.
Legenda da foto, A mulher acima foi fotograda enquanto esperava para dar à luz no Hospital de Hagadera, em Dadaab, no Quênia, que abriga cerca de 500 mil refugiados que deixaram para trás anos de conflito e fome na Somália.
Abertura coincidirá com o Dia Mundial do Refugiado, em 20 de junho; imagens foram registradas no Oriente Médio e na África.
Legenda da foto, No Mali, o conflito civil e a fome forçaram muitos a deixar suas casas. Nia (à direita) diz: "Tenho saudade do tempo em que a comida era abundante. Hoje, é uma luta diária para conseguir dinheiro ou comida. Fico pensando em como será o nosso futuro. As coisas serão piores do que hoje? Mas viver está difícil em qualquer lugar do mundo. Acho que as pessoas estão passando pelos mesmos problemas em vários lugares."
Abertura coincidirá com o Dia Mundial do Refugiado, em 20 de junho; imagens foram registradas no Oriente Médio e na África.
Legenda da foto, Bernadette vive no campo de refugiados de Bulengo, que conta com o apoio do Comitê Internacional de Resgate, na República Democrática do Congo. "Minha filha foi sequestrada pela milícia. Não sei se ela virou uma escrava sexual ou se está morta", diz. "Ela era muito bonita. Um dos meus irmãos tem uma foto dela - ele não mora aqui, mas, às vezes, eu mesma vou encontrá-lo apenas para olhar o retrato dela de novo."
Abertura coincidirá com o Dia Mundial do Refugiado, em 20 de junho; imagens foram registradas no Oriente Médio e na África.
Legenda da foto, Mathieu Nsanzugwimo retornou ao Burundi, o país mais pobre da África, em 2008 e soube que um de seus parentes havia tomado sua propriedade. Quando tentou reavê-la, amigos e familiares tentaram matá-lo. Seu parente passou um ano na prisão. No mesmo período, Mattieu permaneceu hospitalizado.