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Atualizado às: 15 de outubro, 2008 - 14h13 GMT (11h13 Brasília)
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Temor de recessão faz bolsas recuarem
Bolsa de Hong Kong
O recuo reflete a preocupação de recessão global
As bolsas da Europa, Ásia e Estados Unidos recuaram nesta quarta-feira depois de dois dias de fortes altas, à medida que indicadores econômicos apontam para uma provável recessão em vários países apesar dos planos de resgate anunciados nas últimas semanas.

Nos Estados Unidos, as ações em Nova York caíram mais de 1% na abertura dos mercados.

No início da tarde na Europa (por volta de 10h no Brasil), o FTSE 100 apresentava queda de 4,24%, o Dax, da Alemanha, queda de 3,65% e o Cac 40, da bolsa de Paris, queda de 3,42%.

Na Ásia, um dia depois de um ganho histórico de 14%, registrado na terça-feira, o índice Nikkei, da bolsa de Tóquio recuou em média 1,4% durante as operações, mas fechou em alta de 1,1%.

O índice Hang Seng, de Hong Kong, caiu 5 %, enquanto na Austrália, a bolsa fechou em baixa de 0.8%.

No Brasil, a Bovespa caiu quase 5% no início dos negócios nesta quarta-feira.

"Nós estamos vendo algum lucro e uma reavaliação de posições depois da recuperação, mas há ainda um elemento de preocupação em relação às perspectivas econômicas a longo prazo", disse Matt Buckland, corretor da CMC Markets.

Empréstimos

No entanto, parece haver sinais de que os bancos começam a ficar mais dispostos a emprestar uns aos outros.

O custo dos empréstimos interbancários, medido pela London interbank offered rates (Libor), caiu levemente nesta quarta-feira.

Foi a segunda queda consecutiva da Libor para euros, dólares e libras esterlinas, e o custo caiu para a empréstimos de todo tipo de duração - de uma noite até um ano.

Mesmo assim, as quedas registradas nesta quarta-feira indicam que os investidores temem que as ações dos governos para fortalecer o sistema financeiro não sejam suficientes para evitar uma recessão a nível global.

Os países do sudeste asiático, além do Japão, China e Coréia do Sul, fecharam um acordo para a criação de um fundo bilionário para pagar as dívidas e apoiar os bancos.

Segundo alguns analistas, a recuperação provocada pelo anúncio das medidas no início da semana já acabou, mas o temor de uma recessão continua presente.

A alta registrada na segunda-feira no mercado asiático foi reflexo de uma série de medidas anunciadas pelos governos americano e europeu para recapitalizar os bancos e garantir empréstimos para incentivar o mercado de crédito.

Governos ao redor do mundo dispuseram de cerca de US$ 3 trilhões como parte dos esforços para conter a crise financeira.

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