BBCBrasil.com
70 anos 1938-2008
Español
Português para a África
Árabe
Chinês
Russo
Inglês
Outras línguas
Atualizado às: 13 de agosto, 2008 - 08h14 GMT (05h14 Brasília)
Envie por e-mailVersão para impressão
Amorim diz a jornal que é preciso 'agir rápido' para salvar Doha
ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim
Para Amorim, acordos bilaterias não são boa solução
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse ao jornal francês Le Monde que é preciso agir rápido para salvar a Rodada Doha.

Em entrevista publicada pelo diário nesta quarta-feira, o ministro disse que ainda há uma “pequena chance” de se chegar a um acordo após o fracasso das negociações em Genebra, no mês passado.

“É preciso agir rápido, a partir do mês que vem, seja em Brasília ou no exterior, antes que outros fatores políticos, como eleições nos Estados Unidos e na Índia interfiram ainda mais”, disse ele ao Le Monde.

Para Amorim, o presidente Lula, “com a autoridade de alguém que venceu tantos obstáculos em sua vida, pode convencer (as principais lideranças) a retomar o diálogo”.

“Lula já conversou com Bush a respeito. Em Pequim, reuniu-se com o presidente Hu Jintao. Ele vai telefonar para o primeiro-ministro indiano e já estamos em contado com os australianos e indonésios”, disse o ministro.

Celso Amorim disse que o Brasil está convencido de que o sistema multilateral é essencial ao mundo de hoje e que os acordos bilaterais não são uma boa solução.

“A OMC tem seus defeitos, mas funciona bem. A falta de acordo afetará sobretudo os países pobres, pois as subvenções e as barreiras aduaneiras são pagas com vidas humanas, privações para populações inteiras e com o atraso no desenvolvimento de algumas nações”, disse Amorim.

Segundo o ministro, o Brasil perde em curto prazo com o fracasso de Doha, mas conta com vantagens como “solos ainda inexplorados, o sol, a água, tecnologia e exportações agrícolas que não param de crescer”.

ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim'Financial Times'
Brasil vai contestar subsídios americanos na OMC, diz jornal.
ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim'La Nación'
Visita de Lula 'restabelece confiança perdida', diz jornal.
Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Argentina, Cristina Kirchner (foto de arquivo)Pós-Doha
Mercosul buscará negociações '4 mais 1', diz Marco Aurélio.
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, em coletiva de imprensaArgentina X Brasil
À espera de Lula, Cristina diz que Doha não afeta integração.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de posse da nova diretoria Sindicato dos Metalúrgicos do ABCRodada Doha
Lula liga para Bush e se diz otimista sobre retomada.
Usina de etanolApós Doha
Brasil estuda acionar EUA na OMC por tarifa ao etanol.
NOTÍCIAS RELACIONADAS
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Envie por e-mailVersão para impressão
Tempo|Sobre a BBC|Expediente|Newsletter
BBC Copyright Logo^^ Início da página
Primeira Página|Ciência & Saúde|Cultura & Entretenimento|Vídeo & Áudio|Fotos|Especial|Interatividade|Aprenda inglês
BBC News >> | BBC Sport >> | BBC Weather >> | BBC World Service >> | BBC Languages >>
Ajuda|Fale com a gente|Notícias em 32 línguas|Privacidade