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Atualizado às: 22 de fevereiro, 2008 - 10h03 GMT (07h03 Brasília)
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Status de credor pode render grau de investimento ao Brasil, diz 'LA Times'
Pres. do Banco Central Henrique Meirelles (foto de arquivo)
O presidente do Banco Central fez o anúncio na quinta
O anúncio do Banco Central de que o Brasil passou a ser credor no cenário internacional, graças ao crescimento de suas reservas internacionais, foi destaque na edição desta sexta-feira no jornal americano Los Angeles Times.

“A mudança do Brasil para o status de credor pode aumentar a confiança dos investidores na maior economia da América Latina e ajudar o Brasil a obter a classificação de grau de investimento”, afirma o LA Times.

A mudança de status se deu porque, pela primeira vez, as reservas internacionais - ativos que o governo e o setor privado possuem no exterior - ultrapassaram a dívida externa.

O jornal comenta que o país pagou seu débito com o FMI e as exportações triplicaram desde que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao poder em 2003, graças ao aumento na demanda global por soja, minério de ferro, carne e outros produtos brasileiros.

“Um aumento do investimento estrangeiro direto, inclusive a compra de ações e títulos por não residentes, provocou alta do valor do real, aumentando o poder de compra do Brasil no exterior.”

“O real chegou a 1,711 por dólar na quinta-feira, sua maior valorização desde 1999”, destaca o jornal americano.

O jornal comenta ainda que as reservas internacionais alcançaram a alta recorde de US$ 171,6 bilhões em janeiro, mais do que dez vezes mais do que os US$ 17 bi de quando Lula assumiu o governo.

“Nas últimas semanas, o mercado de ações do país recuperou quase as perdas contraídas com a queda generalizada dos mercados mundiais em janeiro, e está chegando perto da alta recorde de dezembro.”

Mas, apesar da boa notícia, o país ainda enfrenta desafios, conclui o jornal: “O desaquecimento econômico global poderá testar se os esforços do Brasil para diversificar seus mercados de exportação e acumular reservas foram suficientes para salvaguardar o crescimento a longo prazo, dizem analistas.”

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