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Atualizado às: 22 de janeiro, 2008 - 09h24 GMT (07h24 Brasília)
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Bolsas da Ásia despencam com medo de recessão nos EUA

Bolsa de valores
Pessimismo em relação à economia dos EUA influencia pregões
As bolsas da Ásia registraram forte queda pelo segundo dia consecutivo nesta terça-feira.

A venda frenética de ações nesta semana foi desencadeada pelo pessimismo dos investidores quanto ao pacote de incentivos do governo americano à economia e pelo conseqüente temor de que os Estados Unidos não conseguirão evitar uma recessão neste ano.

Entretanto, analistas avaliam que a baixa tão acentuada e persistente também é resultado de correções locais, da necessidade de liquidez dos investidores e do chamado efeito “manada”.

O efeito “manada” é causado pelo medo irracional, que faz com que muitos investidores retirem as aplicações financeiras ao mesmo tempo, levando os mercados ao colapso.

Na Índia, o pregão foi suspenso por uma hora depois que ações caíram cerca de 10%. Após a reabertura, o índice BSE Sensex fechou com baixas de 4,97%.

Intervenção

Na China, o índice SSE Composite de Xangai fechou com perdas de 7,22%. Papéis de companhias aéreas e de bancos foram os que mais sofreram.

Rumores de que o Bank of China anunciará prejuízo em 2007 por conta das perdas de US$ 7,95 bilhões com a crise das hipotecas nos Estados Unidos, fizeram as ações da empresa despencarem.

Austrália, Cingapura e Coréia do Sul também registraram queda acentuada.

No Japão, o índice Nikkei encerrou o dia em 5,5% no negativo. O ministro da Economia japonês, Hiroko Ota, anunciou que por enquanto não pensa em intervir no mercado, pois a origem do problema está nos Estados Unidos e o Japão não pode agir sozinho.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou a sessão com perdas de 8,6%.

No acumulado desde o ano novo, o índice Hang Seng já caiu mais de 22% e a bolsa teve dias de perdas individuais recordes, que não eram vistas desde a grande baixa registrada logo após os atentados de 11 de setembro de 2001.

Bolsa de Nova YorkWall Street Journal
Mercados emergentes sentem 'puxão' dos EUA, diz jornal.
Luminoso com o índice Hang Seng em Hong KongCrise financeira
Contágio será limitado em emergentes, dizem analistas.
RealEconomia
OCDE prevê crescimento forte para o Brasil.
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