BBCBrasil.com
70 anos 1938-2008
Español
Português para a África
Árabe
Chinês
Russo
Inglês
Outras línguas
Atualizado às: 18 de janeiro, 2008 - 09h19 GMT (07h19 Brasília)
Envie por e-mailVersão para impressão
Brasil está preparado para evitar desaceleração mundial, diz 'Economist'
Artigo na versão online da revista 'The Economist'
Apesar de otimista, revista adverte que país não está imune à crise
A revista britânica The Economist publica em sua mais recente edição um artigo em que diz que o Brasil está numa situação mais tranqüila para enfrentar um desaquecimento da economia mundial, desencadeado por uma possível recessão nos Estados Unidos.

A revista adverte, no entanto, que o país "está longe de estar imune ao que acontece no mundo" e parece estar se encaminhando para uma fase "menos benigna" em termos econômicos.

O artigo, intitulado Desta vez, será tudo diferente, diz que há pelo menos três fatores que favorecem o país num cenário de desaquecimento mundial – e que estavam ausentes quando ocorreram crises econômicas em 1998, 2001 e 2005.

Segundo a Economist, desta vez, o Brasil tem uma demanda de consumo doméstica forte, está mais integrado com os mercados mundiais, e depende menos do comércio com os Estados Unidos, e tem, além de uma taxa de câmbio flutuante, "um Banco Central que age de forma independente e transparente, publicando atas de suas reuniões com agilidade em seu site na internet".

Além disso, a revista destaca o fato de o país ter acabado com sua dívida em dólares. "No passado, quando a moeda (brasileira) se desvalorizava, a dívida explodia, causando mais problemas."

Hoje, "o investimento estrangeiro direto é forte, e o Brasil agora tem mais dólares do que deve, um feliz desdobramento", acrescenta a revista.

O tom otimista prossegue até a conclusão do artigo: "se o Brasil for capaz de sustentar um crescimento firme sem ser desviado de seu caminho por eventos em outros lugares, o país vai parecer bem diferente dentro de dez anos", diz a Economist.

Ranking
Brasil é 2º país onde investimento externo mais cresce.
Bolsa de Nova YorkWall Street Journal
Mercados emergentes sentem 'puxão' dos EUA, diz jornal.
Casas nos EUAEconomia
Fed revê para baixo crescimento dos EUA em 2008.
NOTÍCIAS RELACIONADAS
LINKS EXTERNOS
A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados.
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Envie por e-mailVersão para impressão
Tempo|Sobre a BBC|Expediente|Newsletter
BBC Copyright Logo^^ Início da página
Primeira Página|Ciência & Saúde|Cultura & Entretenimento|Vídeo & Áudio|Fotos|Especial|Interatividade|Aprenda inglês
BBC News >> | BBC Sport >> | BBC Weather >> | BBC World Service >> | BBC Languages >>
Ajuda|Fale com a gente|Notícias em 32 línguas|Privacidade