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Atualizado às: 22 de janeiro, 2008 - 12h31 GMT (10h31 Brasília)
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Europa opera em baixa após quedas nas bolsas da Ásia

Bolsa de valores
Pessimismo em relação à economia dos EUA influencia pregões
As bolsas da Europa abriram em baixa nesta terça-feira acompanhando as fortes quedas registradas nos principais mercados asiáticos.

Às 12h de Londres (10h de Brasília) o índice FTSE da Bolsa de Londres registrava ligeira perda de 0,11% após abrir em queda de 3%.

As bolsas de Frankfurt e Paris também abriram em queda e algumas horas depois ainda registravam perdas de 1,74% e 0,51%, respectivamente.

Para analistas, o desempenho dos mercados vai depender agora de como a bolsa americana vai reabrir nesta terça-feira depois do feriado da segunda.

Índices futuros apontam que ações negociadas na bolsa de Nova York deverão sofrer as maiores desvalorizações desde os ataques de 11 de setembro.

Ásia

As bolsas da Ásia fecharam em queda pelo segundo dia consecutivo nesta terça-feira.

A venda frenética de ações nesta semana foi desencadeada pelo pessimismo dos investidores quanto ao pacote de incentivos do governo americano à economia e pelo conseqüente temor de que os Estados Unidos não conseguirão evitar uma recessão neste ano.

Entretanto, analistas avaliam que a baixa tão acentuada e persistente também é resultado de correções locais, da necessidade de liquidez dos investidores e do chamado efeito “manada”.

O efeito “manada” é causado pelo medo irracional, que faz com que muitos investidores retirem as aplicações financeiras ao mesmo tempo, levando os mercados ao colapso.

Na Índia, o pregão foi suspenso por uma hora depois que ações caíram cerca de 10%. Após a reabertura, o índice BSE Sensex fechou com baixas de 4,97%.

Intervenção

Na China, o índice SSE Composite de Xangai fechou com perdas de 7,22%. Papéis de companhias aéreas e de bancos foram os que mais sofreram.

Rumores de que o Bank of China anunciará prejuízo em 2007 por conta das perdas de US$ 7,95 bilhões com a crise das hipotecas nos Estados Unidos, fizeram as ações da empresa despencarem.

Austrália, Cingapura e Coréia do Sul também registraram queda acentuada.

No Japão, o índice Nikkei encerrou o dia em 5,5% no negativo. O ministro da Economia japonês, Hiroko Ota, anunciou que por enquanto não pensa em intervir no mercado, pois a origem do problema está nos Estados Unidos e o Japão não pode agir sozinho.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou a sessão com perdas de 8,6%.

No acumulado desde o ano novo, o índice Hang Seng já caiu mais de 22% e a bolsa teve dias de perdas individuais recordes, que não eram vistas desde a grande baixa registrada logo após os atentados de 11 de setembro de 2001.

Bolsa de Nova YorkWall Street Journal
Mercados emergentes sentem 'puxão' dos EUA, diz jornal.
Luminoso com o índice Hang Seng em Hong KongCrise financeira
Contágio será limitado em emergentes, dizem analistas.
RealEconomia
OCDE prevê crescimento forte para o Brasil.
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