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Atualizado às: 20 de janeiro, 2008 - 14h29 GMT (12h29 Brasília)
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Falta de óleo pode parar maior usina elétrica de Gaza
palestinos em Gaza
Fechamento da usina pode levar apagões a hospitais e frigoríficos
A principal usina elétrica da Faixa de Gaza começou a parar de funcionar neste domingo. A interrupção teria sido provocada por falta de combustível, provocada pelo fechamento da fronteira pelas autoridades de Israel.

A medida israelense foi tomada em represália ao contínuo lançamento de mísseis de Gaza, e suspendeu o fornecimento de praticamente todas as importações para a Faixa.

A Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou que a suspensão das operações da principal usina elétrica de Gaza pode ter um impacto devastador sobre a população de cerca de 1,5 milhão de palestinos.

Israel afirma que Gaza tem reservas de combustível suficientes e que o fechamento da usina é desnecessário.

A Autoridade Palestina para Energia (APE) afirmou que duas das turbinas da usina pararam na manhã deste domingo e que ela deve sair totalmente de funcionamento nas próximas 24 horas.

Hospitais e frigoríficos

A APE disse também que mais de um milhão de palestinos devem ser afetados por apagões, que também devem atingir hospitais, estações de tratamento de esgoto e frigoríficos.

Metade da eletricidade para a Faixa de Gaza deve continuar a ser fornecida por Israel.

No entanto, a região atravessa justamente a época de mais alto consumo de energia, durante o inverno.

A ONU já alertou Israel de que o fechamento das fronteiras deve apenas aprofundar a crise que a região já atravessa. A maior parte dos habitantes de Gaza já depende de ajuda humanitária para sobreviver.

'Exageros'

No entanto, o ministro do Exterior israelense, Arye Mekel, afirmou que a situação do território não é tão grave quanto os palestinos afirmam.

"Eles têm interesse em exagerar", disse Mekel.

Merkel disse que Israel cumpre as responsabilidades com os seus próprios cidadãos, e que o fechamento de fronteiras tem a intenção de pressionar as autoridades palestinas a interromperem as atividades de militantes.

"A bola está com eles", disse Mekel. "Se pararem os mísseis hoje, tudo vai voltar ao normal."

As fronteiras entre Israel e Gaza foram fechadas na quinta-feira, depois de uma escalada de violência de militantes.

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