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Atualizado às: 08 de janeiro, 2008 - 14h48 GMT (12h48 Brasília)
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Filho de pai queniano, Obama liga para líder opositor no país
Hillary Clinton
Onda de violência no Quênia teria matado mais de 450
O líder da oposição no Quênia, Raila Odinga, disse à BBC ter recebido, desde a segunda-feira, dois telefonemas do pré-candidato democrata à presidência americana, Barack Obama.

Odinga disse ao correspondente da BBC Jonathan Marcus que Obama expressou sua preocupação com a onda de violência que tomou conta do país desde o anúncio dos resultados das eleições, culminando na morte de mais de 450 pessoas.

Ainda segundo Odinga, o democrata também deve telefonar para o presidente queniano Mwai Kibaki, reeleito no pleito de 27 de dezembro.

A iniciativa de Obama teria motivação pessoal, já que seu pai é queniano, mas também demonstra seus esforços de se aproximar de assuntos ligados à política externa num momento importante da campanha pela presidência americana.

Obama saiu na frente nas prévias que vão definir os candidatos que concorrerão às eleições, em novembro. Ele ficou em primeiro no caucus (espécie de assembléia) de Iowa, na semana passada, e pesquisas indicam que ele também poderá vencer a primária do Estado de New Hampshire, nesta terça-feira.

Experiência

O senador pelo Estado de Illinois tem sido criticado por sua principal rival na disputa democrata pela Casa Branca, a senadora Hillary Clinton, por não ter experiência em diplomacia internacional.

Na avaliação do correspondente da BBC, a visão de mundo de Obama tem sido influenciada por fontes ligadas ao governo do ex-presidente Bill Clinton, mas ele uniu a isso sua vontade de mudar a imagem do Estados Unidos no exterior.

Num discurso de campanha no último sábado, Obama disse que queria passar a mensagem de que “os Estados Unidos se importam e querem trabalhar com o resto do mundo”.

Em seus comícios, Obama geralmente enfatiza ter sido contra a guerra do Iraque e defende o emprego da diplomacia para resolver a questão nuclear iraniana.

Mas segundo Jonathan Marcus, ao ligar a morte da ex-primeira-ministra paquistanesa Benazir Bhutto à presença americana no Iraque, o candidato estabeleceu paralelos que surpreenderam certos analistas.

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