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Lula 'não fez reclamação', diz Mantega | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que em sua opinião não foi repreendido publicamente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por ter falado sobre possíveis medidas de compensação do fim da CPMF. "O presidente não fez reclamação. Isso é uma interpretação dos jornais. Assim como houve uma má-interpertação sobre o que eu falei", disse Mantega nesta seguda-feira. No fim de semana, vários jornais publicararm declarações de Mantega dizendo que o PAC e os programas sociais seriam reexaminados e que um imposto semelhante à CPMF seria criado por meio de uma "fórmula que exige maioria simples do Congresso". No domingo, questionado sobre as declarações de Mantega publicadas pelos jornais, Lula disse que "o governo precisa entender que o momento é mais de reflexão do que de reação". "Loucura" "Avalio que ele vai ter de me convencer da necessidade disso. Ele falou para vocês (jornalistas) e agora vai ter de colocar na minha mesa", disse Lula após votar na eleição interna do PT. O presidente ainda afirmou que "não existe nenhuma razão para que alguém faça a loucura de tentar aumentar a carga tributária". Em Montevidéu, Mantega disse que o Ministério da Fazenda divulgará uma nota "com a versão real" do que dissera aos jornais. O ministro está Montevidéu, no Uruguai, onde participa da 34ª Reunião do Mercosul. Lula deve chegar para o encontro ainda nesta segunda. Cortes Segundo Mantega, as medidas para compensação do fim do imposto do cheque deverão ser anunciadas até o fim da semana. "Serão cortes de gastos, e alguma modificação nos impostos", afirmou o ministro. O ministro afirmou também que será preciso adaptar o Orçamento à nova realidade. Em um segundo momento será analisado o impacto do fim da CPMF na Saúde. Sobre as futuras possíveis medidas ele disse que elas têm o objetivo de causar o "menor dano" à economia e minimizar o impacto sobre os programas sociais e o crescimento econômico. Mas o ministro acrescentou que haverá corte de despesas. |
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