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Termina estado de emergência no Paquistão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, colocou um fim ao estado de emergência em vigor no país desde o dia 3 de novembro. A decisão, confirmada pela mídia estatal neste sábado, foi tomada três semanas antes das eleições previstas para o dia 8 de janeiro. O correspondente da BBC em Islamabad, Jill McGivering, afirma, no entanto, que muitas das medidas tomadas durante o estado de emergência não serão revertidas. Juízes que haviam sido demitidos por se recusarem a jurar fidelidade ao presidente não retomarão seus postos. A imprensa também continuará enfrentando duras restrições, segundo McGivering. Judiciário A relação do presidente com o Judiciário está no centro da crise no Paquistão. Ao declarar estado de emergência no mês passado, ele disse que precisava de mais poderes para combater o terrorismo e para frear um Judiciário preocupante. O juízes paquistaneses estavam para declarar a reeleição de Musharraf ilegal porque ele se recusava a deixar o comando das Forças Armadas. Musharraf acabou deixando o posto no dia 28 de novembro. Dois ex-primeiros-ministros paquistaneses que estavam exilados - Benazir Bhutto e Nawaz Sharif - retornaram ao país e planejam concorrer nas eleições de janeiro. |
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