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EUA buscam acordo entre palestinos e israelenses | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente americano, George W. Bush, vai realizar reuniões separadas na Casa Branca, em Washington, nesta segunda-feira, com líderes palestinos e israelenses antes da conferência sobre a paz no Oriente Médio, na terça-feira, em Annapolis, no Estado americano de Maryland. Palestinos e israelenses, que chegaram a Washington durante o final de semana, já fizeram reuniões informais. A secretária americana de Estado, Condoleezza Rice, manteve reuniões com negociadores palestinos e israelenses para tentar aproximar as duas partes e fechar um documento que servisse de base para as discussões do encontro em Annapolis. Mas, segundo o correspondente da BBC em Washington Justin Webb, não é aguardado nenhum grande avanço nas negociações de paz entre israelenses e palestinos nesta semana. Mundo árabe No domingo, a Síria anunciou que vai enviar uma delegação a Annapolis. A Arábia Saudita também confirmou sua presença, o que foi visto como um sinal de apoio árabe à conferência de paz. Mas o Conselheiro de Segurança Nacional de Bush, Stephen Hadley, já afirmou que “esta não é uma sessão de negociação, vai apenas lançar as negociações”. Autoridades do governo Bush afirmam que esperam que a reunião, na Academia Naval americana, seja o início de negociações intensas entre palestinos e israelenses. Negociadores dos dois lados estão se reunindo há meses para se prepararem para a reunião de Annapolis. Os palestinos queriam apresentar uma declaração conjunta de princípios, com os israelenses, a respeito de questões importantes. Eles também queriam um cronograma para o estabelecimento de seu Estado. Negociadores israelenses se recusam a assinar estes princípios ou um cronograma, mas o governo de Israel divulgou um compromisso de limitar a expansão de assentamentos de colonos em territórios palestinos e de libertar mais de 400 palestinos detidos em cadeias israelenses. Sete anos Cerca de 50 países, entre eles o Brasil, e organizações foram convidados. Boa parte dos convidados, entretanto, tem pouca ou nenhuma ligação com o conflito entre israelenses e palestinos. A última negociação mais decisiva entre israelenses e palestinos ocorreu há sete anos, mas as questões do encontro desta terça-feira não mudaram: a divisão de Jerusalém, a forma de um futuro Estado palestino e o destino dos refugiados palestinos exilados. Há expectativas de que o líder da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, assinem uma declaração conjunta na qual definam os moldes do acordo em que ambos estariam trabalhando. Outro resultado da conferência pode ser uma tomada de posição do Quarteto - grupo formado por Estados Unidos, Rússia, União Européia e ONU para negociar os conflitos da região - sobre os possíveis parâmetros de um novo acordo de paz que possa contar com o apoio da comunidade internacional. |
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