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Sauditas aceitam ir a reunião sobre paz no Oriente Médio | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Arábia Saudita anunciou nesta sexta-feira que vai enviar seu ministro das Relações Exteriores à reunião sobre a paz no Oriente Médio, que será realizada no dia 27 nos Estados Unidos. O chanceler saudita, príncipe Saud Al-Faisal, confirmou que irá participar da reunião organizada pelo governo americano, mas afirmou que não haveria nenhuma "apresentação de teatro, com apertos de mãos e encontros que não expressam posições políticas" nos contatos entre ele e representantes de Israel. Ele fez a afirmação no Cairo, onde os países da Liga Árabe decidiram, em conjunto, enviar seus ministros ao encontro. "Eu não estou escondendo nenhum segredo sobre a posição saudita. Nós estávamos relutantes até hoje. E, se não fosse pelo consenso árabe que sentimos hoje, nós teríamos decidido não ir." "Mas enquanto os países árabes concordarem em participar, o reino (saudita) vai caminhar lado a lado com seus irmãos", afirmou Al-Faisal. A Arábia Saudita não tem relações diplomáticas com o Estado de Israel e vinha exigindo que os israelenses fizessem concessões aos palestinos antes de concordar em participar da reunião da semana que vem. Síria Os Estados Unidos têm procurado ampliar a presença de países árabes no encontro na cidade de Annapolis, no Estado de Maryland, para dar mais peso à conferência. O Egito e a Jordânia já haviam aceitado participar do encontro, mas o presidente da Síria, Bashar Al-Assad, disse em uma entrevista à BBC que o país só iria se a questão das Colinas de Golã – território anexado por Israel em 1967 – também estivesse na pauta do encontro. Nesta sexta-feira, o chanceler sírio Walid Al-Moualem, disse que o seu governo recebeu garantias de que o assunto seria tratado no encontro, mas um porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos se recusou a confirmar isso. Segundo a repórter da BBC no Cairo Heba Saleh, os países árabes permanecem céticos em relação à disposição israelense de fazer concessões para permitir um acordo de paz. No entanto, aparentemente eles decidiram que mesmo uma reunião com falhas é melhor do que a paralisia dos últimos sete anos no processo de paz, disse Saleh. |
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