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Atualizado às: 22 de agosto, 2007 - 12h53 GMT (09h53 Brasília)
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Furacão Dean castiga plataformas no Golfo do México
Árvore caída em Felipe Carrillo, na península de Yucatán
O furacão Dean perdeu força e deve voltar à terra firme no México
O furacão Dean atingiu a Baía de Campeche, no sudoeste do Golfo do México, e está castigando plataformas marinhas de gás e petróleo durante sua passagem.

Espera-se que Dean – que baixou da categoria mais forte, a cinco, para categoria um – volte à terra firme nesta quarta-feira, retomando parte de sua força original, alimentada pelas águas quentes do golfo.

As plataformas de petróleo na Baía de Campeche são as principais da indústria petrolífera do México e tinham sido evacuadas e fechadas, depois das primeiras previsões da passagem do Dean.

A empresa petrolífera estatal PEMEX informou que suspendeu as operações em todos os poços de petróleo e instalações na costa de Campeche, além de fechar os portos de Dos Bocas e Cayo Arcas, duas das três principais instalações, onde é embarcado o petróleo cru do país.

Yucatán

Antes de chegar a Campeche, o furacão Dean atingiu a península de Yucatán, no México, e a costa de Belize.

O furacão Dean causou mortes no Caribe, mas, aparentemente, não hove vítimas no México
O furacão Dean causou mortes no Caribe, mas, aparentemente, não houve vítimas no México
Na madrugada desta quarta-feira o furacão se deslocava na direção noroeste pela Baía de Campeche com ventos de 130 quilômetros por hora e se encontrava a 345 quilômetros a leste de Veracruz, segundo o Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês), em Miami, Estados Unidos.

Espera-se que Dean volte a atingir o México por volta das 13h (horário local, 15h horário de Brasília) desta quarta-feira, entre Veracruz e Tampico.

No Caribe, o furacão causou pelo menos 13 mortes, e milhares de pessoas tiveram que ser retiradas de suas casas.

O presidente mexicano, Felipe Calderón, afirmou que o Dean não fez vítimas mortais em sua passagem pelo país até agora. Mesmo assim, o presidente afirmou que o país não deve "baixar a guarda".

Calderón se disse preocupado com as comunidades maias, que sofreram mais com o furacão, e acrescentou que "este será o principal foco de nossa atenção quando chegarmos à península de Yucatán".

"Estamos prontos, as equipes de segurança estão funcionando, a energia elétrica será restabelecida nas primeiras áreas afetadas e (...) não foram registrados maiores danos materiais", disse.

O presidente antecipou a volta ao México para a terça-feira. Calderón estava no Canadá para uma reunião sobre o Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta).

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