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Bush pede apoio do Congresso para missão no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente americano, George W. Bush, disse nesta terça-feira que o Congresso deve dar mais tempo para a missão americana no Iraque ser bem-sucedida. Em discurso no Estado de Ohio, Bush pediu aos congressistas do país que não trabalhem por uma retirada americana agora e que aguardem um relatório do chefe das forças dos Estados Unidos no Iraque, general David Petraeus, em setembro. "Eu entendo completamente o quão dura esta guerra é na psique americana", disse Bush. "E eu sei que as pessoas estão assistindo às suas televisões e perguntando se vale a pena. E vale." O presidente americano afirmou que o conflito é fundamental para negar ao grupo al-Qaeda um porto seguro, e que isso é importante para garantir a segurança dos "filhos e netos" da América. Bush pediu que os Estados Unidos olhem para além de um outro relatório sobre o Iraque que será divulgado no Congresso no final desta semana. "Eu acredito que é interesse desta nação dar ao comandante uma chance de implementar completamente suas operações e eu acredito que o Congresso deva esperar pela volta do general Petraeus para que ele dê sua versão sobre a estratégia que ele está colocando em prática antes de se tomar qualquer decisão." Em entrevista à BBC, na segunda-feira, o general Petraeus disse que mais tropas americanas acabaram de chegar ao Iraque.
'Deserções' republicanas A idéia de uma retirada americana vem ganhando força em Washington nos últimos dias, depois que quatro senadores republicanos passaram a apoiar a criação de uma nova estratégia americana para o Iraque. Nesta semana, o Senado americano debate um projeto de lei com grande impacto nas despesas do governo com defesa. O correspondente da BBC em Washington, James Coomarasamy, afirma que o pedido de Bush por um cessar-fogo na batalha política não esconde a preocupação da Casa Branca com as "deserções" de republicanos na questão iraquiana. O vice-presidente americano, Dick Cheney, e outras autoridades do governo passaram o dia no Congresso conversando com senadores republicanos. Mesmo antes do discurso de Bush, autoridades americanas já minimizavam o relatório que será divulgado neste mês sobre a situação no Iraque. "Não acredito que todos vão conseguir tirar uma nota A no primeiro boletim", disse o porta-voz da Casa Branca, Tony Snow. Snow disse que nem mesmo o relatório completo – que será lido no dia 15 de setembro pelo general Petraeus e pelo embaixador americano no Iraque, Ryan C. Crocker – servirá como "prazo final" para a questão. |
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