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Wolfowitz culpa a mídia por sua saída do Bird | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Paul Wolfowitz, que deixa a presidência do Banco Mundial (Bird) no próximo dia 30 de junho depois de um escândalo ligado ao salário e promoção de sua namorada, Shaha Reza, disse que um clima de exagero no banco e na mídia forçaram-no a renunciar ao cargo. Em uma entrevista à BBC, Wolfowitz disse que a diretoria do banco aceitou que ele tinha agido com ética e de boa fé. Ele negou que suas ações foram a causa de sua saída do banco. "Eu admito o fato de que quando chegamos a isto, as emoções estavam tão fortes que eu não acho que poderia ter realizado o que queria para as pessoas que realmente me importam", afirmou. Wolfowitz negou sugestões de que uma persistente antipatia dirigida a ele por outros funcionários da instituição tenha contribuído para sua decisão de renunciar. "Eu acho que isso nos diz mais sobre a mídia do que sobre o banco." "As pessoas estavam reagindo a toda uma série de declarações imprecisas e quando chegamos a algo próximo aos fatos as paixões já tinham virado a esquina", afirmou. Ele vinha sendo acusado por funcionários de não ouvir as pessoas e não consultá-las, de acordo com a correspondente da BBC em Washington, Claire Bolderson. Sua indicação para a Presidência do Banco Mundial sofreu oposição, originalmente, de vários países europeus, que não aprovavam seu papel anterior de alto membro do Pentágono e arquiteto da guerra do Iraque. Ele ocupa o cargo há dois anos. |
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