|
Médico de Maradona não sabe se craque resistirá | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O médico particular do ex-jogador da seleção argentina de futebol, Diego Maradona, Alfredo Cahe, colocou em dúvida a capacidade de resistência da saúde do seu paciente, internado, novamente, no fim da madrugada desta sexta-feira. "A pergunta do milhão é: 'Quanto ele pode agüentar?'", disse o médico em entrevista a Radio Diez, de Buenos Aires. Maradona foi transferido, na manhã desta sexta-feira, do hospital Madre Teresa de Calcutá, onde chegou de ambulância, às cinco da manhã, para o Sanatório de los Arcos (clínica médica), no bairro de Palermo, a cerca de vinte minutos do centro da capital argentina. Pouco antes da sua transferência, o médico do hospital Madre Teresa de Calcutá, Oscar Sicco, disse que Maradona foi internado na UTI "por precaução", passa bem e foi controlada a forte dor abdominal que sentia, na hora que foi internado. "A dor pode ser pelo pâncreas. Mas os primeiros exames não indicam pancreatite, apesar de a doença não está descartada. Os exames deram normal. Dores Segundo os médicos, nas 48 horas após ter tido alta, depois de duas semanas de internação, Maradona respeitou a dieta e não tomou bebidas alcoólicas. "As dores surgiram de repente", disse Cahe, que estava com o paciente quando ele passou mal. Ao dar entrada no hospital, por volta das cinco da manhã, o ex-craque repetia: "Doutor, me livre desta dor". Sedado, Maradona não reagiu aos exames, de sangue e eletrocardiograma, entre outros, segundo Sicco, mas insistiu que queria não sentir mais dores. "Por isso, nosso primeiro objetivo foi eliminar sua dor gástrica", explicou o médico. Sem perigo Para o especialista, a vida de Maradona não corre perigo – "neste momento". Mas para Cahe, houve "perigo" e por isso ele decidiu interná-lo de urgência. Segundo os especialistas, Maradona continua recebendo apoio psiquiátrico. "Para Diego, isso é fundamental", disse Sicco. Alfredo Cahe chegou a admitir que o ex-craque argentino não deveria ter tido alta, na madrugada de quarta-feira. Naquele mesmo dia, poucas horas depois, com a voz cansada e quase incompreensível, Maradona disse que Cahe não era mais seu medico e que iria – "mesmo de soro e de ambulância" – assistir ao jogo, domingo, entre Boca Juniors, seu clube do coração, e o RiverPlate. Como Cahe estava com o paciente na hora em que ele se sentiu mal, a imprensa argentina interpreta que não houve o rompimento anunciado pelo ídolo argentino e o especialista que há trinta anos cuida de sua saúde. |
NOTÍCIAS RELACIONADAS Após 2 dias de alta, Maradona volta a ser internado13 abril, 2007 | BBC Report Maradona promete ir a jogo do Boca 'nem que seja de ambulância'11 abril, 2007 | BBC Report Maradona deixa o hospital em Buenos Aires11 abril, 2007 | BBC Report Maradona deve ficar 15 dias no hospital, diz médico30 março, 2007 | BBC Report Maradona consome bebidas em excesso, diz médico29 março, 2007 | BBC Report Maradona é hospitalizado na Argentina29 de março, 2007 | Notícias | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||