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Atualizado às: 01 de março, 2007 - 12h43 GMT (09h43 Brasília)
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Bolsas européias têm alta, mas Ásia continua em baixa
Pregão da Bolsa de Nova York
Mercados asiáticos tiveram queda pelo terceiro dia consecutivo
As principais Bolsas de Valores européias mostraram uma recuperação nesta quinta-feira após as fortes perdas dos últimos dias, mas os preços das ações nos mercados asiáticos tiveram uma queda pelo terceiro dia seguido.

As Bolsas de Londres, Paris e Frankfurt abriram em alta, seguindo a tendência do dia anterior nos Estados Unidos, onde o índice Dow Jones da Bolsa de Nova York fechou com uma alta de 0,4%.

Mas os mercados permanecem voláteis em conseqüência da onda global de venda de ações na terça-feira, provocada por temores sobre controles de investimentos na China e sobre a saúde da economia americana.

A Bolsa de Xangai teve uma queda de 2,9% nesta quinta, enquanto o índice Nikkei, de Tóquio, caiu 0,8%.

Rumores

Na terça-feira, a Bolsa de Xangai havia caído 9%, na maior queda em dez anos.

A queda havia sido provocada pelos rumores de que o governo chinês tentaria controlar a especulação no seu mercado de ações.

O nervosismo no mercado também foi influenciado pelos sinais de uma desaceleração econômica nos Estados Unidos, cuja saúde é crucial para a futura direção do crescimento econômico global.

Os analistas esperam para esta quinta-feira uma série de dados econômicos dos Estados Unidos, incluindo dados sobre o gasto dos consumidores.

Na quarta-feira, dados do Departamento do Comércio dos Estados Unidos mostraram que a economia americana cresceu 2,2% nos últimos três meses de 2006, numa velocidade menor do que a esperada.

Outros dados mostraram que os gastos em construção caíram 19,1% no trimeste, na maior queda desde 1991, aumentando os temores sobre a situação do mercado imobiliário na maior economia do mundo.

Porém o presidente do Fed (o Banco Central americano), Ben Bernanke, procurou acalmar o mercado na quarta-feira, afirmando que a queda global não é um sinal para preocupações mais profundas.

Antes da turbulência desta semana, os preços das ações haviam atingido níveis recordes nos principais mercados mundiais, levando alguns analistas a temer que eles pudessem estar supervalorizados.

A questão enfrentada agora pelos investidores é saber o quanto mais as ações podem cair e se a onda de valorização que levou as ações a preços recordes foi ou não interrompida.

Investidor em TóquioAmérica Latina
Região 'é a região mais vulnerável a crise mundial'.
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