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Atualizado às: 27 de fevereiro, 2007 - 20h43 GMT (17h43 Brasília)
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Bolsas vivem dia de baixas em todo o mundo
Investidor vê índices da bolsa caindo
Busca de lucros e temores teriam provocado quedas
As bolsas em todo o mundo tiveram nesta terça-feira um dia de baixas, lideradas pela bolsa de Xangai – que teve a maior queda em dez anos.

O índice Shanghai Composite (SCI) caiu 8,8%, anulando cerca de US$ 100 (R$ 220 milhões) de ganhos dos investidores.

A Bolsa de Londres refletiu a queda fechando em -2,3%, enquanto em Nova York, o índice Dow Jones caiu 3,29% e o Nasdaq, 3,86%.

Em São Paulo, o índice Bovespa caiu 6,6% - a pior baixa desde o 11 de Setembro.

Analistas dizem que a queda foi reflexo de um movimento de realização de lucros. Mas há os que atribuíram as fortes quedas a temores quanto à lentidão no crescimento econômico norte-americano e à economia chinesa.

“Os Estados Unidos e os mercados globais passaram semanas sem nenhum tipo de correção (movimento descendente no preço de uma ação)”, disse Fred Dickinson, estrategista de mercado da DA Davidson. “Eles pareciam prontos para uma modesta recuada.”

“Companhias que estão especialmente expostas à China foram duramente afetadas (pelas baixas)”, disse, por sua vez, Peter Dixon, economista do Commerzbank. “Essas empresas basicamente vão sobrer se as coisas azedarem no mercado chinês.”

China

A queda na bolsa de Xangai ocorreu um dia depois de o indicador superar os 3 mil pontos pela primeira vez na história.

A possibilidade de que as autoridades chinesas possam mudar as regras do mercado acionário também podem ter tido influência sobre a baixa em Xangai nesta terça-feira. Muitos investidores temem que sejam adotadas regras mais duras que limitem o investimento nas bolsas do país.

Recentemente, o governo demonstrou preocupação com a possibilidade de sobrevalorização dos papéis no mercado da cidade mais capitalista da China continental.

O diagnóstico é de que o mercado passou por um crescimento muito rápido e muito forte nos últimos anos. Apenas nos últimos 12 meses, as ações subiram 130%, disse a agência France Presse.

"Em tempos de altas sem precedentes, os riscos também subiram", disse à agência o analista da TX Consulting, Qiu Yanying, em Xangai.

Com a economia nacional em crescimento, o mercado acionário se tornou uma forma atrativa de investimento para muitos chineses aspirando a ganhos financeiros maiores que a poupança.

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