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Atualizado às: 28 de fevereiro, 2007 - 18h34 GMT (15h34 Brasília)
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Bolsas dos EUA se recuperam após quedas globais
Bolsa alemã
Velocidade e volume das quedas surpreenderam investidores
As principais bolsas de valores dos Estados Unidos reagiram nesta quarta-feira às baixas registradas no dia anterior, quando os mercados em todo o mundo seguiram a queda de 8,8% na bolsa de Xangai.

Por volta das 15h15, hora de Brasília, o Índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, operava com alta de mais de 0,8%. Já o índice Nasdaq tinha alta de cerca de 0,7%.

Os mercados americanos mostraram otimismo depois de declarações do presidente do FED (Banco Central americano), Ben Bernanke, que disse que suas expectativas de crescimento econômico moderado nos Estados Unidos não mudaram apesar da instabilidade nos mercados nos últimos dias.

Nem mesmo as notícias de uma nova queda nas vendas do setor imobiliário e de uma revisão para baixo nas estimativas de crescimento impediram as altas.

Ásia

Mais cedo, o mercado financeiro de Xangai mostrou recuperação. O índice Shanghai Composite fechou em alta de 3,9%.

A queda da terça-feira foi atribuída ao temor de que o governo chinês eleve as taxas sobre investimentos financeiros, em uma tentativa de aumentar a transparência das negociações no mercado e conter a especulação financeira.

Apenas nos últimos 12 meses, o preço das ações na principal cidade capitalista da China continental subiu 130%, e o Shanghai Composite ultrapassou os 3 mil pontos pela primeira vez na história.

Para conter a crise, autoridades chinesas saíram a público e negaram planos de elevar as taxas sobre investimentos financeiros, mas anunciaram a criação de uma comissão para verificar a procedência dos recursos que são investidos nas bolsas.

O índice Shanghai e Shenzen 300 avançou 3,5%, e o Shenzhen Composite, 3,8%.

Europa

Em outros mercados do mundo, entretanto, as baixas continuaram.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 1,8%; em Paris, o CAC ficou em - 1,3% e em Frankfurt, o DAX fechou em -1,53%.

Na Ásia, o índice Hang Seng, da Bolsa de Hong Kong, caiu 2,46%, enquanto o Nikkei japonês recuou 2,85%.

A queda chegou a 7,9% nas Filipinas e a 3,3% na Malásia.

Na Coréia do Sul, boas notícias sobre a produção industrial não impediram que o índice Kospi perdesse 2,5%, com os investidores esperando a divulgação de dados sobre o crescimento da economia em 2006.

Parte da explicação para o contágio das bolsas é o temor de que a economia global possa estar começando a viver uma desaceleração.

Dados divulgados na terça-feira pelo governo americano mostraram que a procura por bens duráveis caiu 7,8% em janeiro, a maior queda nos últimos três meses e bem mais forte do que os analistas estimavam.

A possibilidade de desaquecimento nos dois principais motores da economia mundial também impôs perdas ao mercado financeiro europeu.

Funcionárias chinesas costuram roupas para exportaçãoComércio exterior
China desloca Brasil em exportações para o Mercosul.
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