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Iraque influenciou eleição e revés foi 'enorme', diz Bush | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, admitiu nesta quarta-feira que o revés que sofreu nas eleições de terça foi "enorme" e que a situação no Iraque foi um importante fator no resultado. Bush comentou os resultados do pleito em uma coletiva em Washington, depois da confirmação de que a oposição Democrata garantiu, pela primeira vez em 12 anos, maioria na Câmara dos Representantes e ainda pode ganhar a maioria no Senado. "Esta foi uma eleição apertada. Se você olhar disputa a disputa, foi apertada. O efeito acumulado, porém, não foi apertado, foi imenso", disse. "Mas, ainda assim, as pessoas esperam que nós trabalhemos juntos. É o que esperam." O presidente americano salientou que, com o bom resultado dos democratas, deve haver "responsabilidade" e que, por isso, vai trabalhar com membros do partido de oposição para aprovar leis que julga importantes. De acordo com Bush, os problemas no Iraque foram um dos motivos que o levaram a querer substituir o secretário de Defesa, Donald Rumsfeld. Bush destacou, no entanto, que os Estados Unidos vão terminar seu trabalho no Iraque e que as eleições mudaram muita coisa nos Estados Unidos, mas não a determinação de Washington de enfrentar seus inimigos. |
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