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"Hoje ninguém mais fala de Alca. Fala de Mercosul", diz Lula | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o Mercosul no seu primeiro pronunciamento após ser reeleito para um segundo mandato, neste domingo, e disse que “ninguém mais fala em Alca” (Área de Livre Comércio das Américas). “Hoje ninguém fala mais de Alca, e todo mundo fala do Mercosul”, disse Lula a jornalistas em um hotel em São Paulo. “Já incluimos a Venezuela no Mercosul, o México já quer participar, e nós temos um sonho de fazer com que o Mercosul possa representar (...) todos os países latino-americanos, o que seria uma coisa extraordinária.” Lula destacou que o sucesso do Mercosul está condicionado aos resultados comerciais do bloco. Segundo ele, a América Latina é hoje o principal parceiro comercial do Brasil, “mesmo sem diminuir as exportações para os Estados Unidos e para a União Européia”. Bolívia Lula defendeu o resultado da negociação entre os governos do Brasil e da Bolívia sobre a nacionalização do gás, concluídas no sábado em La Paz. A Petrobras assinou novos contratos com o governo da Bolívia. Em resposta a uma pergunta de um jornalista argentino, Lula comentou pela primeira vez a negociação de sábado. “Você percebeu que há uma descrença em relação à Bolívia”, disse Lula. “Aqui no Brasil, existem alguns setores reacionários que acham que eu deveria ser duro com a Bolívia. Ontem (sábado) foi feito um acordo que o meu ministro das Minas e Energia achou extraordinário.” Lula disse que o Brasil e a Argentina têm responsabilidade de promover o desenvolvimento nos países mais pobres do Mercosul e elogiou as relações entre Brasília e Buenos Aires. |
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