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Brasileiros estão em boa posição para negociar com Volks, diz FT | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O possível fechamento da fábrica da Volkswagen em São Paulo é destaque em reportagem do jornal britânico Financial Times desta terça-feira. O texto trata das negociações entre a direção da montadora e o sindicato dos trabalhadores alemão sobre redução de salários e aumento de horas de trabalho. Pela análise do jornal britânico, a crise da empresa alemã é global, mas os trabalhadores brasileiros ainda têm uma posição de força. "A demanda local continua forte o suficiente para garantir à força de trabalho uma boa posição para negociar", diz o diário. Para o jornal, "as lutas de trabalhadores no México e no Brasil mostram que os problemas da maior montadora automobilística da Europa não estão restritos a sua terra natal". A Volkswagen ameaçou encerrar os trabalhos na fábrica da Anchieta, em São Paulo, caso não se chegue a um acordo para reduzir seus custos operacionais, considerados altos. Tensão entre parceiros O diário argentino Página 12 fala sobre as posições comuns e discordantes dos governos brasileiro e argentino em relação ao comércio entre países do Mercosul. Por um lado, o jornal ressalta que Brasil e Argentina têm sugestões comuns para apresentar na Assembléia Anual do FMI: uma é a eliminação do dólar como moeda de intercâmbio comercial entre os dois países e a outra é a adoção de um fundo compensatório para ajudar os integrantes menores do Mercosul. "Porém, os desequilíbrios comerciais existentes em alguns setores ameaçam voltar a gerar um cenário de conflito entre os principais sócios da região nas próximas semanas", diz o Página 12. O diário lembra que a Argentina obteve conquistas importantes para frear as importações brasileiras que prejudicavam alguns setores da indústria local, mas que o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior brasileiro, Ivan Ramalho, já avisou que "não serão renovados por enquanto os acordos restritivos sobre calçados e linha branca". Segundo o Página 12, nos primeiros sete meses do ano, o déficit comercial argentino acumulado com o Brasil chegou a US$ 2,18 bilhões, 14,3% a mais do que no mesmo período do ano passado. "Se os acordos fracassarem, a situação poderia piorar ainda mais", ressalta. Turismo na Turquia Os ataques a bomba na Turquia são destaque nesta terça-feira na maioria dos jornais europeus. O diário alemão Frankfurter Rundschau diz que turistas que estão pensando duas vezes em passar férias na Turquia deveriam entender que não existe segurança total em nenhum lugar e que imprevistos e medo agora fazem parte do dia-a-dia das pessoas. "Talvez a lição mais difícil de aprender é como viver com o perigo - não permitir com que se seja limitado e não se limitar. E reservar as próximas férias na Turquia", afirma o jornal. O britânico The Guardian diz que o Ministério do Exterior não está recomendando aos turistas que evitem a Turquia, mas alerta em seu site que no país existe "uma grande ameaça terrorista". Segundo o The Daily Telegraph, na noite desta segunda-feira os britânicos continuavam voando normalmente para a Turquia e agências de viagem disseram que os negócios continuavam "normalmente". Primeira-ministra nº 1 Margaret Thatcher foi eleita a melhor primeira-ministra britânica do século 20, ao lado de Clement Attlee, segundo o escritor e historiador esquerdista Francis Beckett, que criou um ranking dos melhores premiês da Grã-Bretanha, publicado por todos os principais jornais britânicos nesta terça-feira. Segundo Beckett, Thatcher está no topo da lista porque "pegou um tipo de sociedade e a transformou em um outro tipo de sociedade". "Hoje em dia, poucas pessoas com menos de 40 anos lembram de um tempo em que sindicatos eram uma força real no país; quando o setor público controlava grandes setores da economia; quando administrações de bairro controlavam a educação e outros serviços locais", afirmou Beckett. Enquanto Thatcher e Attlee receberam a nota máxima, 5, o atual primeiro-ministro Tony Blair mereceu apenas um 3: "A impopularidade da guerra do Iraque e o fato de as razões dadas após ir à guerra não terem sido as dadas na época, minaram a habilidade de Blair de implementar sua visão, provavelmente de forma definitiva". |
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