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Mala apreendida gera atrito entre EUA e Venezuela | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo dos Estados Unidos acusou autoridades venezuelanas de se apropriarem de uma mala diplomática que estava endereçada para a embaixada americana em Caracas. O governo venezuelano disse que os funcionários aduaneiros estavam procurando equipamentos militares que estavam sendo contrabandeados ilegalmente dos Estados Unidos. O porta-voz da embaixada americana em Caracas não aceitou a explicação e disse que o caso é uma grave violação do direito internacional. O departamento de Estado norte-americano fez uma reclamação oficial junto ao governo de Caracas, exigindo que a mala seja devolvida. Uma autoridade do ministério de Relações Exteriores da Venezuela disse à BBC que uma mala que pertence a um adido naval norte-americano foi apreendida, mas que não se trata de uma mala diplomática. De acordo com a autoridade, três carros de transporte de bagagem deixaram o aeroporto de Caracas sem avisar a alfândega, como exige a lei. O terceiro carro foi parado por oficiais venezuelanos, que encontraram a mala do adido naval. Em fevereiro, o governo venezuelano obrigou o adido naval norte-americano anterior a deixar o país, devido a suspeitas de espionagem. O episódio é mais um caso de atrito entre os governos dos presidentes George W. Bush e Hugo Chávez. |
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