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'Palocci ganha tempo com apoio da oposição', diz Clarín | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dois dias depois, o depoimento do ministro da Fazenda, Antonio Palocci, no Senado continua repercutindo na imprensa argentina. "Palocci se apóia na oposição para seguir adiante com a economia", diz o título de artigo do jornal Clarín. Fazendo referência ao "futuro da economia do Brasil", o Clarín diz que foi "graças à solidariedade inesperada da oposição" que o ministro "ganhou algum tempo na sua disputa com o governo". O jornal La Nación destaca que o depoimento de Palocci "acalmou os mercados", mas acrescenta: "Embora a falta de uma confirmação contundente de Palocci por parte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva dê a entender que o debate no governo sobre a política econômica continua, a 'sobrevida' de Palocci tranqüilizou o mercado financeiro". Conselho de Segurança O jornal The New York Times traz um artigo dizendo que a proposta de expansão do Conselho de Segurança da ONU está perdendo o fôlego. "A ampliação de um Conselho de Segurança antiquado foi o que mais ganhou atenção entre as mudanças institucionais propostas neste ano na ONU, mas os diplomatas agora têm pouca esperança de que o painel de 15 integrantes vai mudar em breve", diz o jornal. Segundo o artigo, Jan Eliasson, presidente da Assembléia Geral da ONU, disse ter decidido ficar só "ouvindo", porque "é uma parte importante da agenda de reforma", mas requer atenção cuidadosa. O jornal diz que a atenção que o assunto criou parece "ter expirado em dois dias de discursos sobre o tema na semana passada". OMC As negociações de liberalização comercial na Organização Mundial do Comércio (OMC) estão ganhando espaço na imprensa internacional com a aproximação da reunião ministerial da entidade em Hong Kong, em dezembro. O jornal The Christian Science Monitor diz que a "liberalização do comércio está perdendo o fôlego" e que o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e outros líderes tentarão "reviver um acordo mundial de comércio" em reunião dos países da Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (Apec, na sigla em inglês), nesta sexta-feira, na Coréia do Sul. "Sinais de queda no apoio por maior abertura econômica abundam, da multidão furiosa que recebeu o presidente Bush na Argentina, aos europeus relutantes em reduzir o apoio à agricultura", diz o jornal. "O verdadeiro obstáculo é a percepção generalizada que os Estados Unidos e outros países industrializados não querem realmente um acordo comercial justo", diz o economista Joseph Stiglitz. Mas o Christian Science Monitor argumenta que os "inimigos da globalização não necessariamente estão ganhando espaço", e que os "países em desenvolvimento, pela primeira vez, estão exercendo influência significativa em uma grande rodada de negociações". |
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