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Boatos sobre Palocci abalam mercados, diz FT | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O depoimento do ministro da Fazenda, Antonio Palocci, no Congresso e a possibilidade de ele sair do governo é assunto na imprensa internacional desta quarta-feira. "Os investidores em mercados emergentes vão se concentrar em Brasília nos próximos dias, enquanto Antonio Palocci, o ministro das Finanças que conduziu a economia brasileira em meio a um escândalo de corrupção nos últimos seis meses, decide se fica ou sai do governo", diz o Financial Times. O jornal observa que os boatos da renúncia de Palocci já provocaram a depreciação do real em relação ao dólar. Para o FT, a pressão sobre Palocci "sinaliza o aumento do conflito entre o governo e a oposição". O jornal argentino La Nación diz que "depois de um dia de trégua forçada pelo feriado, o Brasil volta a submergir em um clima de incerteza sobre o futuro" de Palocci. Segundo La Nación, "a situação ideal para Lula (presidente Luiz Inácio Lula da Silva) seria a permanência de Palocci, maior garantia do governo diante do establishment econômico nacional e internacional". Críticas O jornal britânico The Guardian diz que as tropas britânicas podem começar a sair do Iraque em maio do ano que vem. "O trabalho em uma estratégia de saída está em estágio avançado e haverá uma mudança significativa de forma de abordagem pelo governo depois das eleições do Iraque em 15 de dezembro", diz o jornal. Nos Estados Unidos, o jornal Washington Post diz que o Senado americano "pressiona" o governo de George W. Bush por "medidas concretas para a retirada de tropas do Iraque". Na terça-feira, por 79 votos a 19, o Senado aprovou uma resolução determinando que 2006 é "um período de transição significativa para a soberania iraquiana total". Na imprensa européia, há críticas ao governo francês pela maneira como está lidando com os distúrbios sociais. O jornal francês Le Monde diz que os planos do presidente da França, Jacques Chirac, para acabar com a crise parecem mostrar "falta de visão". Já o jornal The New York Times publica na primeira página uma análise da participação da secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, que negociou um acordo para a entrada e saída de palestinos de Gaza. Segundo o jornal, essa iniciativa "eleva repentinamente o envolvimento do governo Bush no conflito palestino-israelense". A análise diz que o presidente americano até agora "vinha evitando correr riscos no conflito, limitando sua diplomacia a consultas, exortações, visitas à região e documentos". |
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