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Lula está se distanciando de Palocci, diz 'Clarín' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os últimos desdobramentos do escândalo de corrupção no Brasil e o depoimento do ministro da Fazenda, Antonio Palocci, no Senado estão nas primeiras páginas da imprensa argentina. O título do artigo do jornal Clarín diz que a "crise se aprofunda", porque "Lula não respaldou o ministro da Fazenda". Segundo o jornal, "depois de vários dias de incerteza sobre a permanência ou saída do ministro Palocci, ontem pareceu aumentar a distância (do ministro) com seu chefe Lula da Silva". Para o Clarín, "esperava-se um gesto do presidente que fortalecesse Palocci diante das versões de sua saída", mas em discurso, "Lula defendeu os resultados da política econômica, mas não citou (o ministro)". Interesse Já o jornal La Nación destaca que "Palocci disse que tem o apoio de Lula, descartou sua renúncia e desmentiu ter participado de uma rede ilegal para financiar as campanhas do PT". Mas o La Nación também destaca que o presidente não mencionou Palocci em sua defesa da política econômica. A agência estatal de notícias da China Xinhua também informou sobre o depoimento do ministro. A agência destaca que Palocci negou qualquer envolvimento no escândalo de corrupção. Na Espanha, o jornal El País diz que as grandes empresas espanholas "apostam na América Latina, mas pedem aos governos que tenham persistência com as reformas, a estabilidade econômica, a estabilidade institucional e o aumento de competitividade". Segundo El País, essa foi "a mensagem dos presidentes de Telefónica, Santander, BBVA e Iberdrola", durante o 7º Fórum Latibex, em Madri, na quarta-feira. Popularidade Os distúrbios na França, embora tenham diminuído, continuam sendo destaque na imprensa do país. O jornal Le Figaro diz que a popularidade do ministro do Interior, Nicolas Sarkozy, "subiu 11 pontos como resultado de sua postura dura" nos distúrbios na periferia. Sarkozy provocou polêmica ao chamar de "escória" os envolvidos nos distúrbios. A pesquisa foi feita para o semanário Le Point e mostra que ele é a personalidade política preferida dos franceses, com 63% de aprovação. A revista Le Nouvel Observateur defende o modelo social e político do país, que estaria sendo criticado na imprensa estrangeira. "As pessoas dizem que o modelo francês falhou. Isso é errado. Quando foi aplicado de forma apropriada, tem funcionado perfeitamente", diz a revista. |
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