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Atualizado às: 23 de setembro, 2005 - 21h49 GMT (18h49 Brasília)
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Palocci diz que governo respondeu à crise como "primeiro mundo"

Antonio Palocci - Foto: Marcello Casal Jr/ABr
Antonio Palocci disse que governo demonstrou maturidade (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
O ministro da Fazenda Antonio Palocci disse em Washington nesta sexta-feira que o governo deu uma resposta de primeiro mundo para a crise política.

Para Palocci, “resposta de primeiro mundo” significa ter separado os problemas políticos dos econômicos.

“Problemas políticos se combatem com medidas políticas e problemas econômicos, com medidas econômicas”, afirmou o ministro, ao final do almoço oferecido pelo secretário do Tesouro americano, John Snow, aos ministros da Economia dos países do G7.

Palocci disse ainda que a economia no Brasil nunca esteve tão bem. “Pegue dez índices econômicos brasileiros e você vai ver que os dez melhoraram.”

“Não que crises políticas melhorem a economia”, explicou o ministro, “mas na medida em que o governo manteve firme esta posição, a economia seguiu seu curso positivo, como já era esperado.”

"Maturidade"

Palocci também disse acreditar que a reação do governo à crise política demonstra maturidade do país.

“O país conseguiu fazer com que suas instituições funcionassem, mesmo diante de crises políticas. Atuou frente às crises, em vez de escondê-las", concluiu.

O almoço oferecido aos ministros do G7 faz parte do encontro anual do bloco que precede a reunião anual do Banco Mundial e do FMI, neste fim de semana, em Washington.

O Brasil e outros países emergentes, como China, Índia, Rússia e África do Sul, foram convidados para o encontro.

Cotas

Uma das principais bandeiras que o Brasil vai levantar durante a reunião do final de semana será a questão da representatividade dos países em desenvolvimento no Fundo Monetário.

Atualmente o Brasil tem uma participação de 1,4% no capital da instituição, percentual muito menor do que o de economias bem menos expressivas.

A Bélgica e a Holanda têm, por exemplo, 2,1% e 2,4% das cotas do Fundo, respectivamente.

“Nosso poder de decisão (dentro do FMI) é menor do que o que nós representamos na economia mundial”, diz Palocci.

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