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Atualizado às: 14 de setembro, 2005 - 08h44 GMT (05h44 Brasília)
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Varig não é mais a 'queridinha' do governo, diz 'Wall Street Journal'
A edição desta quarta-feira do jornal americano The Wall Street Journal trata da crise da companhia aérea Varig.

O texto afirma que a Varig já foi "uma queridinha do governo", que se projetou mantendo uma boa relação com as autoridades no Brasil e, em contrapartida, "enfrentava limitada concorrência".

Mas o diário americano afirma que, à medida que o Brasil abriu seus mercados, "estes mesmos laços com o governo agiram como algemas para a companhia".

De acordo com o jornal, a dívida da companhia de US$ 3,3 bilhões foi contraída, "em grande parte, junto ao governo, devido a impostos e contribuições previdenciárias atrasados".

O Wall Street Journal afirma que "a Varig está se esforçando para permanecer à tona", mas que, "a exemplo de outras empresas aéreas antigas dos Estados Unidos e da Europa", a Varig está enfrentando a concorrência de companhias aéras de baixo custo, como a Gol.

Real sofre 'Luxação'

Os diários espanhóis destacam a goleada de 3 a 0 imposta pelo Lyon, de Juninho Pernambucano, sobre os galácticos do Real Madrid, de Robinho e Ronaldo, na estréia das duas equipes na Liga dos Campeões da Europa.

O jornal esportivo madrilhenho Marca traz a manchete "Luxação", num trocadilho com o nome do técnico do Real, Wanderley Luxemburgo, e acrescentou que o time espanhol atuou de forma "conservadora", o que os levou a sofrer três gols em meia hora.

O El Mundo Desportivo, de Barcelona, adota uma manchete semelhante à do concorente: "Luxemburgo Tropeça". O jornal acrescenta que o treinador brasileiro está sendo cada vez "mais criticado e se tornando mais cabeça-dura".

O diário acrescenta que seu time não está jogando bem e não atua como uma equipe. O jornal afirma ainda que o camisa 10 do Lyon, Juninho, "eclipsou seu compatriota Robinho e se encarregou de liquidar o Madri em dez minutos".

O El País afirma que a goleada sofrida pelo Real se deve ao fato de que o time jogou de foma defensiva e "com muitas dúvidas, sem um padrão claro de jogo e com os habituais erros da defesa".

Oportunidade perdida

Em editorial, o jornal The New York Times afirma que, antes mesmo da abertura de sua reunião, nesta quarta-feira, a ONU "já desperdiçou uma oportunidade única de reforma na maior assembléia de líderes mundiais já vista em um única local".

O diário americano afirma que há vários responsáveis por este "fracasso", mas acrescenta que os Estados Unidos, "como país-sede da reunião e o mais indispensável e influente membro da ONU, tem uma parcela maior da responsabilidade".

De acordo com o The New York Times, o novo embaixador americano na ONU, John Bolton, "insistiu em medidas unilaterais".

O diário afirma que "há diversas baixas nesta falha de liderança, entre elas a necessidade de reformar a ONU e de fortalecer o papel do órgão como monitor dos direitos humanos".

Mas segundo o The New York Times, "a perda mais trágica é a da legítima oportunidade de auxiliar um bilhão de pessoas em todo o mundo que vivem com menos de US$ 1 por dia".

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