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Gene aumenta tempo de vida em ratos, diz estudo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cientistas nos Estados Unidos descobriram um gene que pode manter ratos vivos por um tempo cerca de 30% mais longo do que o normal. A pesquisa, publicada na revista científica Science, foi realizada pelo Centro Médico da Universidade Southwerstern, no Texas. Pesquisadores descobriram que, aumentando a atividade do gene, foi possível estender o tempo de vida de ratos entre dois e três anos. Mas o efeito não parece ser tão forte em ratos fêmeas. Segundo os cientistas, o gene tem um papel importante em muitos dos processos relacionados ao envelhecimento. Humanos apresentam um versão muito parecida desde gene e os cientistas esperam que a descoberta mostre um caminho para melhorar a saúde de humanos durante o envelhecimento. Deusa grega O gene estudado na nova pesquisa recebeu o nome de Klotho, o mesmo de uma deusa grega que atrasa o envelhecimento, algo que o gene descoberto parece fazer. O gene Klotho parece retardar muitos dos efeitos do envelhecimento, como o enfraquecimento dos ossos, a obstrução de artérias e a diminuição da força muscular. "Pode ser um dos passos mais significativos para o desenvolvimento de terapias contra o envelhecimento", disse Makoto Kuro-o, professor assisnte de patologia do Centro Médico da Universidade Southwestern do Texas. Os efeitos do gene Klotho são importantes para os grupos pesquisando não apenas o prolongamento da vida, mas a manutenção da qualidade de vida durante a velhice. Mas o aumento da atividade do gene Klotho pode ter efeitos colaterais. Os ratos que foram submetidos à experiência tendem a ser menos férteis, e o gene pode também levar à predisposição ao diabetes. Os pesquisadores agora precisam encontrar uma forma de conseguir os efeitos positivos do Klotho sem gerar os efeitos colaterais. |
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