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Furlan: Juros terão 'escalada descendente' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, diz acreditar que os indicadores econômicos permitem uma eventual queda dos juros já a partir do segundo semestre. "Tudo indica que as medidas que foram tomadas surtiram efeito e que elas não serão mais necessárias no curto prazo", disse ele. "Por isso imagino que o segundo semestre seja uma escada descendente dos juros". Até porque, na avaliação do ministro, se a economia esfriar demasiadamente, o aquecimento não será instantâneo. Desejo x Realidade "Portanto precisamos ter engenho e arte para que a economia não esfrie exageradamente porque a retomada do crescimento depois não será rápida", disse ele. Furlan está em Paris acompanhando o presidente Lula. Ele já havia sinalizado em um encontro com empresários nesta tarde em Paris que os juros devem cair. O ministro, entretanto, não deu uma data precisa de quando as taxas poderiam cair. "Entre o desejo e a realidade existe sempre uma distância", disse ele. "O nosso desejo é que a queda comece o mais rápido possível." "Mas existe um órgão chamado Copom (Comitê de Política Monetária) que deve se reunir na próxima semana e cabe a ele decidir", afirmou. |
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