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Brasil é líder em publicidade na internet, diz 'International Herald Tribune' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Brasil está “liderando” o mundo na área da publicidade na internet, segundo o jornal International Herald Tribune. A afirmação é feita pelo jornalista especializado Eric Pfanner, que tem uma coluna sobre publicidade no jornal. Ele comenta um recente festival em Cannes, no qual os publicitários brasileiros ficaram com 25 de 93 prêmios entregues para promoções publicitárias na rede. Entre as vantagens que as agências do país dispõem, segundo o colunista, estão os baixos custos e uma grande quantidade de especialistas capazes de desenvolver os anúncios. Mas Pfanner observa que o avanço das conexões com banda, que permitem a realização de anúncios com maior complexidade e mais caros, pode ameaçar a posição de supremacia das agências brasileiras na área. Live 8 O megaconcerto Live 8 recebe destaque em vários jornais do planeta. Na Espanha, o El País diz que “concertos de rock não podem resolver os problemas do mundo, mas deveriam sensibilizar os principais dirigentes políticos do planeta quando tratam de causas tão justas e necessárias quanto a luta contra a pobreza na África”. Mas o argentino La Nación pergunta: “Será que alguém realmente escutou” a mensagem do evento? O francês Libération diz que a África este ao mesmo tempo no centro e na periferia dos concertos – uma referência à ausência de músicos africanos nos shows europeus. Nos Estados Unidos, o Philadelphia Inquirer destaca a sujeira deixada pelos participantes do show na cidade – 135 toneladas de lixo, de acordo com os “espantados” funcionários municipais da área. O britânico The Times diz que a “indústria da ajuda humanitária” estará de “braços abertos” para receber o “tsunami de dinheiro” que pode se originar das ações dos líderes do G8 sob pressão de atos como o Live 8. Sem concessões Outros jornais britânicos já estão preparando a cobertura da reunião de G8, nesta semana, para conferir se toda a agitação do Live 8 terá algum efeito imediato sobre os líderes reunidos na Escócia. O The Daily Telegraph vê nas declarações feitas pelo presidente americano, George W. Bush, durante o fim de semana a constatação de que “não vai haver favores para (o primeiro-ministro britânico Tony) Blair no acordo sobre o clima”, um dos temas a serem discutidos durante a cúpula. Já o The Guardian diz que Bush deixou claro que vai colocar “os interesses dos Estados Unidos em primeiro lugar” nas negociações. Ao lado da reportagem, na capa do jornal, o The Guardian publica uma charge de Bush com uma plaquinha com os dizeres “G1”. Pinochet e Thatcher O argentino Clarín diz que o serviço secreto chileno durante o governo de Augusto Pinochet recebeu de seu congênere britânico, o MI6, treinamento que serviu para “ocultar crimes e proteger o regime”. A colaboração entre os dois serviços secretos foi um dos efeitos da ajuda do Chile à Grã-Bretanha durante a Guerra das Malvinas, de acordo com o jornal. O pedido teria sido feito pessoalmente por Pinochet à então primeira-ministra britânica, Margaret Thatcher. |
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