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Estreantes na Seleção acham que 'passaram no teste' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Leo disse que foi regular. Marcos acha que não foi muito bem. Mas os dois acreditam que passaram no teste. Foi assim que os dois jogadores que estrearam na Copa das Confederações resumiram suas atuações contra o Japão. Para o lateral Leo, que substituiu Gilberto, não faltou entrosamento, mas ele confessa que sentiu um pouco de dificuldade em algumas jogadas. O lateral do Santos deu uma nota para a sua atuação: “Seis, seis e meio. Regular. Passei de ano”. Mesmo com a avaliação não tão positiva, Leo diz que espera estar na próxima partida, contra a Alemanha, no sábado. “Vai ser difícil. É um pentacampeão contra um tricampeão.” O jogador não acredita que os alemães vão entrar em campo pensando em revanche pela final da Copa do Mundo de 2002. “Não tem clima ruim nenhum. Somos todos profissionais”, comentou o lateral. Marcos O outro estreante, o goleiro Marcos, acha que lhe faltou ritmo devido ao tempo que ficou sem jogar. Isto, segundo o goleiro, afetou sua atuação. “Minha atuação não foi tão boa. Estava há 20 dias parado, no banco. Por mais que você treine, não é a mesma coisa. Entrei totalmente sem ritmo, muito amarrado ao gol.” Marcos não acha que tenha falhado durante a partida, nem mesmo no lance do primeiro gol. O goleiro, conhecido por sua descontração, confessou que o vermelho de sua camisa não lhe trouxe bons fluidos. “Odeio jogar de vermelho. Acho que os atacantes ficam mais atacados quando você está usando uma camisa dessa cor.” “Você nao tem como escolher a camisa. Quando vi meu uniforme, pensei: tinha que ser comigo. O Dida joga sempre de cinza e na minha vez é vermelho”, comentou Marcos em tom de brincadeira. |
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