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Parreira faz mistério sobre escalação | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O técnico da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Parreira, resolveu fazer mistério em relação à equipe que vai entrar em campo na quarta-feira na partida decisiva contra o Japão na Copa das Confederações. O treinador afirmou que só vai anunciar a escalação pouco antes da partida, que vale a classificação para as semifinais do torneio. A única confirmação feita por Parreira é a substituição do lateral-esquerdo Gilberto por Léo. Nesta terça-feira, Parreira comandou um treino de reconhecimento de gramado no estádio de Colônia, local do confronto de quarta-feira. Assim como o Brasil, o Japão, comandado por Zico, tem três pontos e disputa a vaga na semifinal. Parreira deixou Adriano e Robinho fora do treino, dificultando antecipar qual será a formação do ataque da Seleção. O técnico treinou principalmente a defesa e o meio-de-campo no coletivo. Preparação Os jogadores devem saber na noite desta terça-feira quem vai estar na equipe titular, durante preleção do treinador. O técnico vai apresentar um vídeo com compactos de partidas do Japão. Sobre a oportunidade de enfrentar Zico, Parreira disse que a amizade vai ficar fora de campo. O treinador conhece o técnico do Japão desde 1971, quando treinou Zico na seleção pré-olímpica do Brasil. "Se o Zico entrasse em campo, estaria mais temeroso. Nenhum dos jogadores vai cobrar uma falta ou fazer um gol de placa como ele fazia", disse Parreira sobre a expectativa de enfrentar o Japão. Parreira mostrou irritação quando perguntado se não temia ser demitido - como aconteceu com o técnico Leão em 2001 - se o Brasil for eliminado da Copa das Confederações. "Não estamos preocupados com a opinião pública. A Copa das Confederações não é a Copa do Mundo. Não estamos preocupados com isso." O treinador elogiou a organização do evento, qualificando de "quase perfeita". Parreira disse que notou apenas problemas que podem ser facilmente resolvidos até a Copa de 2006, como a dificuldade de circulação de pessoas entre o campo e a área de imprensa de alguns estádios. |
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