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Atualizado às: 15 de junho, 2005 - 16h19 GMT (13h19 Brasília)
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Parreira evita comparar torneio com a Copa do Mundo

O técnico Carlos Alberto Parreira e Kaká, durante treino em Leverkusen
Técnico espera ter a chance de enfrentar a Alemanha
O técnico Carlos Alberto Parreira disse nesta quarta-feira, na última entrevista antes da estréia na Copa das Confederações, que é preciso não comparar a competição com a Copa do Mundo. O treinador disse que o sucesso no momento não significa o hexacampeonato.

"É preciso deixar claro que agora é a Copa das Confederações, e a Copa do Mundo é daqui a um ano. Não é a mesma coisa", disse Parreira.

"É claro que queremos a vitória, mas isso não significa que vamos vencer a Copa do Mundo."

O treinador voltou a enfatizar que a Copa das Confederações é uma grande oportunidade de afinar a equipe e resolver os problemas que ainda existem, mas, para Parreira, isso não é a mesma coisa que uma Copa do Mundo.

"Por mais que você queira recriar as condições, não é a mesma coisa. É um teste importantíssimo. Esta Copa das Confederações é especial já que três equipes cotadas entre as favoritas para um título na Copa do Mundo vão estar em campo."

Capitão

Parreira deixou para amanhã a escolha do capitão da equipe. Sem Cafu e Roberto Carlos, que dividem normalmente a braçadeira, o treinador escolheu o goleiro Dida como capitão.

O goleiro, conhecido por sua timidez que o leva a se recusar a maioria das vezes a dar entrevistas, declinou do convite.

"Falei com ele que era a bola da vez", contou o treinador. "Mas ele disse que não queria. Vou escolher entre o Émerson e o Roque Júnior."

Sobre a competição, Parreira diz que seria uma grande oportunidade de medir forças se conseguisse enfrentar a Alemanha em algum momento da competição. As duas equipes podem se encontrar nas semifinais ou mesmo na final.

"Seria uma ótima oportunidade de medir forças antes da Copa do Mundo."

Sobre o adversário desta quinta-feira, Carlos Alberto Parreira disse que a Grécia já não tem possibilidade de surpreender ninguém, como aconteceu na Euro 2004.

Mesmo assim, o treinador brasileiro elogiou o adversário, qualificando a seleção grega de bem coordenada, bem armada e com filosofia bem definida.

"Acho que o time não tem grandes destaques, mais possui três ou quatro jogadores de bom nível técnico."

Apesar de ter concentrado os treinamentos no fortalecimento da defesa da seleção, Parreira disse que o time brasileiro não vai jogar retrancado.

"Não se enquadra na nossa filosofia sufocar o adversário. Estamos treinando por necessidade, porque enfrentamos uma situação nova contra a Argentina e acabamos jogando de forma diferente no segundo tempo".

O treinador fez questão de dizer que Ronaldinho Gaúcho vai ter liberdade para mostrar seu futebol e que as preocupações com a defesa não vão afetar seu estilo de jogar.

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