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Política econômica do Brasil não vai mudar, assegura Palocci | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, assegurou aos investidores estrangeiros que o governo brasileiro não vai alterar a sua política econômica por causa da crise política pela qual passa o país. “Não haverá negligência na política econômica brasileira”, enfatizou Palocci. “Não há a mínima possibilidade de o Brasil afrouxar os seus compromissos fiscais em nome de qualquer ajuste político. O ajuste político tem que ser feito no seu campo." "O ajuste fiscal é um instrumento essencial para o equilíbrio da economia brasileira e o presidente Lula está absolutamente comprometido com as metas estabelecidas”, completou. Suas declarações foram feitas nesta sexta-feira em Londres, onde participa como convidado de uma reunião de dois dias com ministros da Economia do G-8 (grupo dos sete países mais ricos do mundo e a Rússia). Sábado No sábado, Palocci terá um café da manhã com os ministro da Economia do G-8. Na pauta de discussão do encontro – para o qual Brasil, China e África do Sul participam a convite – estão questões como a economia mundial, o perdão da dívida de alguns países da África e petróleo. Após esse encontro, Palocci vai se reunir com o presidente do Banco Mundial, Paul Wolfowitz. O encontro de ministros em Londres é uma reunião preparativa para o encontro de líderes do G-8 que acontecerá na Escócia em julho. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparecerá ao evento. Os países que fazem parte do G-8 são Grã-Bretanha, Estados Unidos, França, Canadá, Itália, Japão, Alemanha e Rússia. |
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