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Crise por CPI não afetará economia, diz Palocci | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, disse que a crise política por conta da CPI dos Correios “não vai tirar o Brasil de uma rota muito forte e segura de estabilidade e crescimento econômico”. A estabilidade dos fundamentos econômicos do país foi exatamente uma das “Há problemas políticos, mas a questão é admiti-los e dialogar”, disse Palocci. Segundo ele, a crise não chegou a afetar o mercado. Balanço "Nesta semana, mesmo com a tensão no campo político, nós tivemos uma evolução positiva do risco-país que caiu a semana toda. A questão cambial permaneceu a mesma. A bolsa em um dia subiu, no outro caiu." "Teve (a bolsa) uma grande normalidade que é uma evolução da estabilidade econômica. Isso não quer dizer que a economia é alheia à questão política, mas quer dizer que a economia está bastante sólida." O ministro da Fazenda fez um pequeno balanço da viagem da comitiva brasileira à Ásia e a avaliou como “bem-sucedida”. "A viagem aqui ao Japão foi de retomada. O Japão era o segundo maior investidor no Brasil e agora é o sexto." "Sendo a segunda maior economia do mundo, nós temos interesse em receber investimento de porte dos japoneses." Evolução O ministro disse que houve uma grande evolução na questão do etanol. “Antes da visita, a percepção era que isso não iria evoluir tanto, mas tivemos uma grata surpresa da postura do primeiro-ministro do Japão, Junichiro Koizumi, que foi francamente favorável a estudos conclusivos sobre o etanol no país.” Palocci também disse que o empréstimo do Japan Bank for International O banco de fomento vai conceder um empréstimo de US$ 486 milhões com um |
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