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Brasil é 'bastião ameaçado do catolicismo', diz 'Libération' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal francês Libération afirma nesta terça-feira que o Brasil é "um bastião católico ameçado pelos evangélicos" e que o "próximo papa deverá frear o declínio da Igreja Católica na América Latina". Segundo o texto, o catolicismo perdeu 10% de seus fiéis nos últimos dez nos no subcontinente, especialmente "em benefício das igrejas evangélicas neopentecostais". O jornal destaca o fato de que no Brasil o total de evangélicos quintuplicou nos últimos 30 anos, chegando a 15,4% da população. "Profundamente implantados nos meios pobres, eles ganharam popularidade ao dizer que podem aliviar os sofrimento do dia-a-dia", diz o Libération. Bush e Sharon Para o Los Angeles Times, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e o primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, "entraram em choque abertamente" durante entrevista após seu encontro no Texas, na segunda-feira. O jornal afirma que os dois "divergiram forte e publicamente sobre o futuro dos assentamentos da Cisjordânia de acordo com o plano de paz apoiado pelos Estados Unidos". O diário israelense Haaretz diz que "o recado de Bush foi claro: ele quer estabelecer um Estado palestino democrático e adjacente encabeçado por Mahmoud Abbas". "Os americanos estão fartos de queixas mútuas e procrastinação." Mas o Jerusalém Post vê menos desavenças entre Sharon e Bush, qualificando as declarações de ambos de "um clássico exemplo de quem concorda em discordar". O Al Quds Al-Arabi, jornal árabe editado em Londres, diz que Bush "adotou o plano de Sharon para os assentamentos em sua totalidade, quando admitiu que é 'irreal' sancionar um retorno total para as fronteiras de 1949". "Isso praticamente significa que alguns assentamentos judeus, incluindo aqueles em Jerusalém e na Cisjordânia, vão permanecer." Argentina O La Nación, de Buenos Aires, afirma que os Estados Unidos sofreram um "inesperado revés" na eleição do novo secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA). A votação acabou em um empate entre o chanceler mexicano Ernesto Derbez, apoiado pelos EUA, e o ministro do Interior do Chile, José Miguel Insulza, apoiado por Brasil e Argentina, forçando uma nova votação no dia 2 de maio. O "histórico empate", nas palavras do jornal, ocorreu depois que a eleição se transformou em "uma nova disputa velada" entre os Estados Unidos e a Venezuela "combinada com o contrapeso continental que o Brasil e a Argentina procuram assumir". Outro jornal argentino, o Clarín, conta a história do homem que foi condenado a pagar uma multa de US$ 50 mil por danos morais a sua ex-mulher por ter aparecido com uma nova companheira antes que o divórcio dos dois houvesse sido formalizado. O argumento da Justiça argentina, segundo o diário bonaerense, é que o réu "atuou com total desprezo pela dignidade da esposa e faltou respeito com a família". |
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