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Lula defende na Nigéria viagens internacionais de seu governo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu na Nigéria o grande número de viagens internacionais feitas em seu governo ao ser questionado por repórteres sobre as críticas que o PT fazia às visitas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao exterior. “No mundo de hoje, o presidente e os ministros brasileiros têm que viajar muito. Não se pode fazer política por carta ou por telefone", disse. "Tem que ser, como dizem os brasileiros, tête-à-tête", afirmou o presidente, usando uma expressão em francês. “Posso enviar 500 e-mails ao presidente Obasanjo (da Nigéria), mas isso não substitui um aperto de mãos”, afirmou Lula, enquanto cumprimentava o líder nigeriano durante entrevista coletiva em Abuja, antes de embarcar para Gana, onde chegou na tarde desta terça-feira. Outro mandato Lula informou que até o fim de seu mandato pretende ainda fazer mais seis viagens internacionais, sem contar os países pelos quais ainda vai passar durante essa visita à África. O presidente tem viagens marcadas ao Japão e à Coréia do Sul em maio, e à Escócia e à França em julho. “Temos também ainda que marcar viagens oficiais à Rússia e à Itália. Depois vou me concentrar em viajar pelo Brasil”, disse. Um repórter perguntou ao presidente se ele precisaria de outro mandato. “Sobre isso não posso falar. Quem decide é o povo”, respondeu Lula. Lula confirmou que vai consultar os outros governos da América do Sul a respeito do interesse na promoção de uma cúpula entre países africanos e sul-americanos, enquanto o presidente Olusegun Obasanjo vai fazer consultas semelhantes no seu continente. Obasanjo deve fazer uma visita ao Brasil em setembro, como convidado especial das comemorações da independência. |
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