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BBC Brasil promove debate interativo sobre a Aids na África; participe | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A BBC Brasil convida os internautas para participar, com o envio de perguntas e comentários, de um debate sobre a situação da Aids na África, a ser realizado na próxima quarta-feira, dia 13 de abril. A discussão será feita por meio de uma conexão de vídeo entre Londres e Maputo (Moçambique) e contará com convidados especialistas no assunto. Um deles é Julio Pacca, da organização não governamental Pathfinder. Pacca, que já trabalhou com a educação sexual de prostitutas, atualmente desenvolve um projeto de conscientização de adolescentes moçambicanos. Também participará do debate o moçambicano Arlindo Augusto Fernandes. Ele próprio um portador do HIV há oito anos, Fernandes fundou uma ONG chamada Kindlimuka, que reúne pacientes em busca de remédios anti-retrovirais. O moçambicano fala ainda sobre o preconceito que ele e outros portadores sofrem por causa do vírus e sobre o aconselhamento que ele dá a portadores. O terceiro convidado é o brasileiro Josué Lima, diretor das operações da Universidade Columbia (EUA) em Moçambique, que financia hospitais para portadores do HIV. Ele fala sobre os problemas enfrentados para fornecer tratamento aos soropositivos. Lima deve falar ainda sobre as iniciativas do governo brasileiro para a produção de remédios mais baratos em Moçambique. Modelo O programa brasileiro de tratamento da Aids é geralmente visto como modelo nos países africanos, com altas taxas de infecção pelo HIV. Em Moçambique, o início da fabricação de remédios genéricos anti-retrovirais, resultado de uma parceria com o Brasil, é aguardada com ansiedade pelos soropositivos, que representam 14% da população adulta do país. Na África do Sul, com mais de 5 milhões de portadores do vírus, também é grande a expectativa em relação à ajuda brasileira. No ano passado, o governo sul-africano forneceu apenas 20 mil tratamentos gratuitos, de acordo com as organizações não governamentais TAC (Treatment Action Campaign) e Oxfam. Pergunte aos especialistas sobre as dificuldades enfrentadas nesses países ou envie qualquer outra dúvida ou comentário a respeito da epidemia. Basta preencher o formulário ao lado. Os internautas poderão acompanhar o debate no site da BBC Brasil a partir das 11h (hora de Brasília) de quarta-feira. |
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