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Presidente libanês deve indicar novo gabinete nesta quarta | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente libanês, Émile Lahoud, deve anunciar no fim da tarde desta quarta-feira os nomes que vai indicar para o novo gabinete, segundo informações da assessoria de imprensa da Presidência. Lahoud vai passar o dia fazendo consultas a parlamentares para formar a lista de nomes. Depois da grande manifestação organizada nesta terça-feira pelo Hezbollah, em Beirute, aumentou a expectativa de que para substituir o gabinete pró-Siria que pediu demissão, o presidente indicará um novo governo igualmente pró-Síria. Não está descartada nem a hipótese de o próprio gabinete demissionário do primeiro-ministro Omar Karami - que renunciou depois dos protestos ocorridos após o atentado que matou o ex-primeiro-ministro Rafiq Hariri - ser reconduzido ao governo. O parlamento libanês tem uma clara maioria pró-Síria, mas, segundo a oposição, isso se deve ao fato de que as eleições no país são manipuladas pelo governo sírio. Oposição Na semana passada, a oposição libanesa emitiu um comunicado dizendo que apenas participaria das discussões para a formação de um novo governo caso fosse atendida em uma lista de reivindicações. As duas principais eram a retirada - ou recuo para o vale do Beqqa - das tropas sírias no país e a renúncia dos chefes dos serviços de inteligência libaneses. A movimentação das tropas já foi anunciada em uma reunião entre Lahoud e o presidente sírio, Bahsar al-Assad, realizada na segunda-feira em Damasco, mas não há novas informações a respeito da situação dos serviços de inteligência. "Dois deputados escolhidos pelos grupos de oposição vão entregar hoje nossa lista de exigências para o presidente Lahoude", disse o presidente do Bloco da Resistência, Carlos Edde. |
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