|
Medidas baratas salvariam 3 milhões de bebês, diz estudo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As vidas de três milhões de bebês recém-nascidos que acabam morrendo todos os anos poderiam ser salvas com intervenções práticas e baratas, de acordo com a publicação médica especializada The Lancet. Quatro milhões de bebês morrem em seu primeiro mês de vida e quase todos nascem em países em desenvolvimento. Os médicos prevêem que estas mortes podem ser reduzidas significativamente por medidas simples como a adoção, por parte da mãe, de uma dieta balanceada antes e durante a gestação. Outras medidas são manter o bebê aquecido e alimentá-lo com leite materno. "Noventa e nove por cento destas mortes ocorrem em países muito pobres. Cerca de dois terços ocorrem na África Subsaariana e no sul da Ásia", disse Zulfiquar Bhutta, da Universidade Aga Khan, em Karachi, no Paquistão. Os bebês morrem principalmente de infecções, parto prematuro e problemas respiratórios. Em países onde já existe assistência médica básica para mães e crianças mais crescidas a melhoria dos serviços destinados a bebês custaria apenas US$ 4 milhões e reduziria a mortalidade em 90%. Esta é uma pequena soma comparada ao tratamento de doenças responsáveis por altos índices de mortalidade, como a Aids e a malária, mas ela possibilitará o treinamento de funcionários, melhoria das informações às gestantes e o fornecimento de equipamento esterilizado de ajuda ao parto. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||