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Parto prematuro 'aumenta risco de doenças' em bebê | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Bebês que nascem algumas poucas semanas antes do previsto correm mais risco de desenvolver problemas de saúde no futuro do que aqueles que completam o ciclo de gestação, segundo pesquisadores americanos. Os cientistas concluíram que problemas como a icterícia e a hipoglicemia são mais comuns em quem nasceu com 35 ou 36 semanas de gravidez. A equipe do Hospital Geral de Massachusetts contesta, assim, a idéia de que bebês prematuros não correm mais risco do que os que nascem após 37 semanas de gestação ou mais. Em artigo publicado na revista especializada Pediatrics, os pesquisadores alertam as mulheres a não antecipar o nascimento da criança achando que ela não sofrerá nenhum dano com isso. Agenda Os médicos observaram que muitas mulheres marcam operações cesarianas algumas semanas antes da data prevista para o nascimento natural para evitar maiores marcas no corpo ou para adequar o parto à sua agenda pessoal ou à do médico. Os cientistas compararam a saúde de 95 bebês nasceram após 37 semanas com a de 90 que só completaram 35 ou 36 semanas na barriga da mãe. A chance de que os prematuros apresentassem problemas de saúde era consideravelmente maior, de acordo com o estudo. Dezoito deles tinham várias enfermidades, contra nenhum no primeiro grupo. Os casos de hipoglicemia – baixo nível de açúcar no sangue – eram três vezes mais comuns, e metade sofria de icterícia, contra 37,9% dos outros nenês. Além disso, os tratamentos necessários para as crianças um pouco prematuras são mais caros, de acordo com o estudo. |
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