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Países asiáticos tentam promover turismo após tsunami | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os ministros do Turismo dos dez integrantes da Associação dos Países do Sudeste da Ásia (Asean, na sigla em inglês) vão se reunir na Malásia para a primeira reunião desde o tsunami que atingiu a região no dia 26 de dezembro de 2004. O encontro tem como objetivo discutir as maneiras de ajudar a indústria a se recuperar após a catástrofe. O turismo corresponde a mais de 10% da economia na Indonésia, na Tailândia e na Malásia e é o responsável por milhões de empregos. Desses três países, a indústria do turismo na Tailândia foi a mais afetada pelo tsunami. Mais de 5 mil pessoas morreram no país devido às ondas gigantes, muitas delas no balneário de Phuket e nas áreas litorâneas do sul. Praias Os ministros e empresários que participam do encontro na ilha de Langkawi, na Malásia, vão procurar formas de ajudar uns aos outros não só imediatamente devido à catástrofe, mas também no longo prazo. O principal ponto a ser discutido é a promoção da região sudeste da Ásia como um único destino. Apesar de a infra-estrutura estar sendo reconstruída rapidamente, os países da região temem que os turistas pensem duas vezes antes de viajar para o local. Autoridades da Malásia, país que sofreu menos que seus vizinhos, dizem que muitos turistas estão cancelando suas viagens. Os representantes no encontro esperam passar a mensagem ao mundo de que as praias da região são seguras e estão abertas ao turismo. |
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