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Atualizado às: 30 de dezembro, 2004 - 10h35 GMT (08h35 Brasília)
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Pentágono planeja corte de US$ 60 bilhões, diz NYT
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O Pentágono planeja cortes de US$ 60 bilhões em seus gastos militares nos próximos seis anos, como parte de um plano do governo de George W. Bush para diminuir o déficit público.

De acordo com o New York Times, esta será a primeira vez desde os atentados de 11 de setembro de 2001 que o Pentágono corta gastos, em vez de aumentá-los. As despesas militares cresceram 41% no período, totalizando US$ 420 bilhões neste ano.

Segundo o jornal, os Estados Unidos devem aposentar um de seus 12 porta-aviões, comprar menos veículos anfíbios e retardar um novo sistema de combate de alta tecnologia do Exército.

"Desde as eleições de novembro, a Casa Branca tem estado sob crescente pressão para aliviar os déficits e ao mesmo tempo pagar pelos inesperados altos custos das operações militares no Iraque e no Afeganistão, que juntas custam agora mais de US$ 5 bilhões por mês."

China x Japão

Uma reportagem no diário britânico The Guardian retrata o crescimento de uma geração de jovens chineses que utiliza a internet para expressar ódio nacionalista contra o Japão.

O governo de Pequim, que censura com rigor os websites de grupos pró-democracia e defensores dos direitos humanos no país, permite que os ataques aos vizinhos asiáticos sejam feitos livremente na rede.

"Economicamente, as relações nunca foram melhores. O Japão é o principal parceiro comercial da China. Mas as relações políticas entre as duas nações mais poderosas da Ásia estão no seu ponto mais baixo em décadas", diz o jornal.

Muitos jovens chineses têm criticado o Japão pelo passado histórico de ocupação e crimes de guerra na China. As autoridades e parte da população se ressentem ainda do fato de o governo japonês nunca ter admitido oficialmente e se desculpado por esses crimes.

Editoriais

O Financial Times dedica nesta quinta-feira seus dois editorais à China. O primeiro deles destaca que "o crescimento econômico chinês apenas começou".

O diário afirma que a China conquistou o mundo "não com seus Exércitos, mas com suas fábricas" e se tornou uma potência econômica com crescimento anual do PIB de espantosos 9% ou mais.

O segundo editorial faz uma ressalva, dizendo que o verdadeiro problema que o presidente Hu Jintao e o premiê Wen Jiabao vão enfrentar "está em casa".

"O Partido Comunista é um anacronismo, e a sua sobrevivência depende de crescimento econômico e poder autoritário", observa o FT.

"A longo prazo, os chineses – cada vez mais prósperos, educados e cosmopolitas – vão exigir Justiça e estado de direito."

"Não será apenas uma questão de ideologia, ou o resultado de George W. Bush ou seus sucessores espalhando a democracia pela força das armas. Será simplesmente o resultado político de uma revolução industrial."

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