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Guerra esquecida no Congo mata mil pessoas por dia, diz ONG | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mais de mil pessoas morrem todos os dias como resultado da guerra na República Democrática do Congo, segundo relatório da ONG Comitê de Resgate Internacional. De acordo com a organização, a maioria das mortes são causadas por desnutrição e por doenças como a malária. A organização atribui o número de mortes a destruição de hospitais e da infra-estrutura de saúde do país pela guerra que deixou 3 milhõess de mortos entre 1998 e 2003. Em dezembro de 2002, um acordo de paz pôs um fim formal ao conflito, mas os exércitos não se desfizeram e ainda há confrontos em várias regiões do país. Ajuda Ainda de acordo com a ONG, muitas mortes poderiam ser evitadas se houvesse mais ajuda internacional ao Congo. Segundo o relatório, em 2003, o Iraque recebeu o equivalente a US$ 138 (R$ 380,2) por pessoa em ajuda internacional. No mesmo ano, a República Democrática do Congo teria recebido o equivalente a US$ 3 (R$ 8,2) por pessoa. Além de mais ajuda internacional, o Comitê de Resgate Internacional pede que ONU envie tropas de paz bem-treinadas ao país. A ONU planeja enviar 15 mil soldados ao país. A ONG, porém, levanta duvidas sobre a qualidade do treinamento e o nível de comprometimento dos soldados que a ONU planeja enviar. |
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