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EUA não estão preparados para bioterrorismo, diz 'Washington Post' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma reportagem publicada nesta segunda-feira pelo jornal americano The Washington Post diz que os Estados Unidos estão despreparados para um ataque bioterrorista, apesar de o governo Bush ter aumentado seus gastos neste setor. Segundo o jornal, diferentemente de outras áreas do setor de defesa doméstico, que foram centralizadas sob o comando do Departamento de Segurança Interno, a prevenção do bioterrorismo está espalhada por várias agências governamentais e é coordenada por alguém com poderes limitados. O diário afirma que a maioria dos hospitais americanos e clínicas públicas ficaria totalmente sobrecarregada e não teria condições de promover vacinações e distribuição de antídotos em grande quantidade. O Post acrescenta ainda que o fato de operações antibioterrorismo serem descentralizadas gera confusões sobre quem dentro do governo poderia assumir o controlde de uma resposta a um possível ataque. O jornal afirma ainda que autoridades da administração americana revelaram ser preciso aprimorar a maneira como, após um ataque, o governo se comunica com a população e como as pessoas poderiam ser retiradas das grandes cidades. 'Vietnã francês' O jornal alemão Der Tagesspiegel diz que o conflito na Costa do Marfim pode se tornar um "Vietnã para os franceses". O bombardeio de zonas controladas por tropas rebeldes por forças do governo matou nove soldados franceses da força de paz internacional que vem atuando no país. O conflito, naturalmente, é manchete dos principais jornais franceses. O Libération diz que a França foi "apanhada numa armadilha". O jornal argumenta que "o pensamento racional seria de que devemos nos retirar, mas os fatos estão nos forçando a permanecer". O Le Figaro diz que a principal "dor de cabeça para as tropas francesas" é como responder às provocações e ataques do presidente da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, sem pôr em risco a comunidade de 14 mil franceses no país. Argentina e China O jornal argentino Clarín afirma que o presidente Néstor Kirchner quer que seu país se torne o principal sócio comercial da China na América do Sul, "assim como o Brasil é o grande sócio comercial do Japão na América do Sul". Segundo o jornal, há quatro meses um grupo de autoridades argentinas vem preparando em segredo um acordo de investimentos com os chineses na faixa de US$ 20 bilhões. O anúncio formal deverá ser feito na próxima semana, quando o presidente da China, Hu Jintao, chegar à Argentina. |
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