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Ex-detentos de Guantánamo 'voltam às armas' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos revelou nesta sexta-feira que vários ex-detentos da prisão americana de Guantánamo, em Cuba, voltaram a se envolver em confrontos com forças americanas depois de libertados. De acordo com o Pentágono, cerca de dez ex-prisioneiros já teriam participado de atividades contra os Estados Unidos e seus aliados. Entre eles, estaria um homem que é acusado de seqüestrar dois engenheiros chineses no Paquistão no mês passado. Outro ex-detento, um adolescente, teria sido capturado novamente quando participava de um ataque perto da cidade de Candahar, no Afeganistão. Julgamentos Também haveria ex-detentos que teriam morrido em outros ataques no país. Os Estados Unidos vêm sendo duramente criticados por manter centenas de prisioneiros na prisão de Guantánamo desde 2001, sem dar a eles, até agora, o direito de serem submetidos a um julgamento. No mês que vem devem começar as primeiras audiências para rever a situação de prisioneiros. O julgamento deve ser feito por militares americanos e, no início, os casos de pelo menos quatro detentos serão analisados. Mais de 200 prisioneiros já foram libertados ou foram colocados sob custódia de outros países. |
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