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Espanha planeja regularizar imigrantes ilegais, diz 'El País' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo socialista espanhol do primeiro-ministro José Luis Zapatero está planejando regularizar a situação dos estrangeiros que vivem ilegalmente na Espanha, segundo o jornal El País. Ainda não são conhecidos os detalhes do plano, segundo o jornal, mas a idéia é que todos os estrangeiros ilegais que tenham emprego fixo na Espanha recebam visto de trabalho. O El País diz que os empresários que colaborarem com o governo e prestarem informações sobre empregados estrangeiros ilegais não serão punidos. A regularização dos estrangeiros ilegais deve começar quando entrar em vigor a chamada Lei dos Estrangeiros, que deverá ser aprovada ainda antes do fim do ano, segundo o jornal. Al-Qaeda Já o jornal argentino La Nación diz que a organização extremista Al-Qaeda está buscando recrutas na América Latina. Autoridades dos Estados Unidos, do México e de outros países da América Central estão em alerta nas fronteiras porque crescem as evidências do interesse da Al-Qaeda na região, segundo La Nacion. O jornal diz que funcionários do governo americano têm manifestado seu temor de que a Al-Qaeda lance um ataque aos Estados Unidos a partir da fronteira do país com o México. A América Central poderia ser um cenário perfeito para os militantes da Al-Qaeda porque ali proliferam grupos rebeldes, traficantes de drogas e redes de imigrantes ilegais, segundo o La Nación. De acordo com o jornal, as autoridades americanas suspeitam também que a chamada Fronteira Tríplice – entre Brasil, Paraguai e Argentina – seria uma fonte de financiamento para extremistas islâmicos. FMI Já o jornal argentino Clarín diz que o Fundo Monetário Internacional (FMI) deve autorizar a Argentina a adiar um pagamento de uma parcela de um empréstimo de US$ 1 bilhão que vence no fim do ano. Segundo o Clarín, o adiamento pode ser negociado durante a visita do diretor-gerente do FMI, Rodrigo Rato, que chega a Buenos Aires na próxima semana. Em contrapartida, a Argentina teria que quitar US$ 1,5 bilhão em débitos com o FMI que vencem entre setembro e dezembro, diz o jornal. O Grito O roubo do quadro O Grito, do pintor norueguês Edvard Munch, é destaque em praticamente toda a imprensa internacional. O quadro foi roubado no domingo de um museu de Oslo, lotado de turistas, por três homens mascarados e armados. O jornal suíço Le Temps culpa a falta de um sistema de segurança à altura da importância do quadro pelo roubo. Já o francês Liberatión diz que O Grito está entre os poucos quadros do mundo que têm "a honra ou talvez maldição de serem reconhecidos imediatamente em qualquer lugar do mundo". |
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